OLA AMIGO OU AMIGA FIBROMIÁLGICO....
SEJA BEM VINDO! WELCOME! BIEN VENIDO!
Mas antes vamos saber o que a SÍNDROME DA FIBROMIALGIA.
O termo fibromialgia refere-se a uma condição dolorosa generalizada e crônica. É considerada uma síndrome porque engloba uma série de manifestações clínicas como dor, fadiga, indisposição, distúrbios do sono. No passado, pessoas que apresentavam dor generalizada e uma série de queixas mal definidas não eram levadas muito a sério. Por vezes problemas emocionais eram considerados como fator determinante desse quadro ou então um diagnóstico nebuloso de “fibrosite” era estabelecido. Isso porque acreditava-se que houvesse o envolvimento de um processo inflamatório muscular, daí a terminação “ite”. Atualmente sabe-se que a fibromialgia é uma forma de reumatismo associada à da sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. O termo reumatismo pode ser justificado pelo fato de a fibromialgia envolver músculos, tendões e ligamentos. O que não quer dizer que acarrete deformidade física ou outros tipos de seqüela. No entanto a fibromialgia pode prejudicar a qualidade de vida e o desempenho profissional, motivos que plenamente justificam que o paciente seja levado a sério em suas queixas. Como não existem exames complementares que por si só confirmem o diagnóstico, a experiência clínica do profissional que avalia o paciente com fibromialgia é fundamental para o sucesso do tratamento.
A partir da década de 80 pesquisadores do mundo inteiro têm se interessado pela fibromialgia. Vários estudos foram publicados, inclusive critérios que auxiliam no diagnóstico dessa síndrome, diferenciando-a de outras condições que acarretem dor muscular ou óssea. Esses critérios valorizam a questão da dor generalizada por um período maior que três meses e a presença de pontos dolorosos padronizados. Diferentes fatores, isolados ou combinados, podem favorecer as manifestações da fibromialgia, dentre eles doenças graves, traumas emocionais ou físicos e mudanças hormonais. Assim sendo, uma infecção, um episódio de gripe ou um acidente de carro, podem estimular o aparecimento dessa síndrome. Por outro lado, os sintomas de fibromialgia podem provocar alterações no humor e diminuição da atividade física, o que agrava a condição de dor. Pesquisas têm também procurado o papel de certos hormônios ou produtos químicos orgânicos que possam influenciar na manifestação da dor, no sono e no humor. Muito se tem estudado sobre o envolvimento na fibromialgia de hormônios e de substâncias que participam da transmissão da dor. Essas pesquisas podem resultar em um melhor entendimento dessa síndrome e portanto proporcionar um tratamento mais efetivo e até mesmo a sua prevenção.
fonte: http://www.fibromialgia.com.br/novosite/index.php?modulo=pacientes_artigos&id_mat=4
O CID CORRETO PARA FIBROMIALGIA É
CID 10 M 79.7, desde 2004
fonte: http://www.datasus.gov.br/cid10/v2008/v2008.htm
Aqui falaremos a mesma língua....
Com todo cuidado que merece você será tratado.
E tenho certeza que você fará o mesmo pelos nossos amigos e amigas fibromiálgicos(as)
Se quiser entrar em contato conosco, você pode se utilizar do espaço já aberto aqui, em cada postagem... chamado "Comentário".
Ou ainda, você poderá enviar email para o seguinte endereço:
abrafibro@hotmail.com
Já temos um novo blog, que também é destinado à nós fibromiálgicos. O endereço é:
abrafibro.spaces.live.com
Teremos sempre muito prazer em receber sua mensagem ou sua visita. Até lá então....
Agora,
Boa Leitura!
domingo, 4 de outubro de 2009
Boa Semana
sábado, 3 de outubro de 2009
Enc: ENC: INFARTO FEMININO
Prestem muita atenção ao texto abaixo!

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sábado, 12 de setembro de 2009
FIBROMIALGIA! A MÍDIA JÁ ESTÁ TENDO INTERESSE.
Segunda-feira, 07/09/2009
A doença se manifesta principalmente no inverno e causa dores fortes em todo o corpo. Após o diagnóstico, é possível se recuperar com um tratamento que fortalece a musculatura.
Sabemos que os médicos fazem comentários não muito reais à mídia. Como profissionais, não poderiam desmerecer seu trabalho.
Porém, ao invés de colocarem em dúvida os tratamentos aplicados para houvesse melhor investimento do governo na área, afirmam que há melhora com tratamento.
Sabemos que não há censo que informe tal dado com tanta certeza. Porque alguns pacientes desistem do tratamento, ou mudam de médico, e uma mínica parcela realmente consegue o controle.
Cura sabemos que não há. A síndrome é cíclica, porém não podem divulgar esse dado, porque poderia trazer um alarde aos pacientes já "controlados".
Mas não justo também enganá-los.
Não entrevistam pacientes com longa história com esta síndrome.
Acho que agora todos entendem porquê. Não é interessante para algumas parcelas da sociedade.
****** VALE AVISAR AOS NOSSOS AMIGOS E AMIGAS DE FIBRA QUE O MEDICAMENTO "LYRICA" JÁ CHEGOU AO BRASIL. CONSULTE SEU MÉDICO, E VERIFIQUE SE ELE É INDICADO PARA SEU CASO.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
CASA ROSA (NOSSA CASA)
CASA AZUL (CASA MISSIONÁRIA E DE RETIROS)
CASA AMARELA (CASA PARA CASAL MISSIONÁRIO)
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
quinta-feira, 23 de julho de 2009
domingo, 28 de junho de 2009
A "DOR" É UMA DOENÇA E DEVE SER TRATADA COMO TAL
Pretendo passar esse vídeo para uma forma que possamos colocar no youtube, em Fibromialgia com amor e humor, mas ainda não consegui, ficará para mais adiante.
Assista a essa entrevista e note como as coisas já estão mudando, como a "dor" está sendo vista sobre outro aspecto e como, de repente, a verdade sobre a falta de médicos preparados para trabalharem com a dor é uma outra verdade que prejudica por demais a todos que têm doenças com dores crônicas e sem cura.
Para todos nós fibromiálgicos a falta de compreenção em relação as dores e sintomas que temos por todo o corpo têm sido um tormento, pois muitos recebem alta da perícia, sem condições alguma de exercerem suas atividades laborais, outros sem receberem o auxílio benefício, sendo que este nem dá pra sustentar os medicamentos necessários para combater a dor.
Como todos sabem, estou em recuperação de cirurgia e de processos longos de tratamento da dor de nível quatro na Síndrome da Fibromialgia, o que aumentou a Fadiga Crônica e todas as outras enfermidades e sintomas diários. Peço que assistam a matéria, que façam perguntas, que analisem tudo o que é dito nessa entrevista. Apesar de estar com um pé dentro da net e o outro fora, kkkkkkkkkk.... estou ligada, gentemmmmmmmmmmmmm.... SAIBA QUAIS SÃO OS PERIGOS DA DOR - ENTREVISTA REALIZADA NO ESPAÇO ABERTO DA GLOBO NEWS
Terça-feira, 16/06/2009 Saiba o que aprender com a dor e como combatê-la. Participam do programa o neurologista Paulo Hélio Monzillo e a geriatra Ana Cláudia Arantes, especialista em terapia da dor.
A "DOR" é uma doença e precisa ser tratada como tal
Caso queiram fazer qualquer comentário ou perguntas, enviem para depe.abrafibro@hotmail que encontro uma maneira das dúvidas chegarem até os médicos que participaram da entrevista
quinta-feira, 25 de junho de 2009
Como lidar com a Raiva nas Dores crônicas e os Florais respectivos
COMO LIDAR COM A RAIVA NAS DORES CRÔNICAS
Como lidar com a raiva
Muitas vezes, pessoas portadoras de dor crônica como a fibromialgia, guardam seus sentimentos de revolta para si, sufocando a raiva. Pesquisas recentes revelam que a raiva e a inibição da mesma (“guardar o sentimento”) aumentam a dor.
Isto então siginifica que “explodir” e colocar tudo para fora reduzirá a dor? Não necessariamente, pois isto geralmente prejudica os relacionamentos, especialmente os conjugais. E isto gera mais stress, ansiedade e depressão e por consequência, mais dor.
Qual a melhor maneira de lidar com a raiva, então? Aqui estão algumas dicas dadas por um especialista em manejo de raiva, John Fry :
1. Não existem só duas maneiras (ruins) de se lidar com a raiva, explodir ou guardar tudo para si. Habitualmente, as pessoas não agem de uma maneira assertiva, que seria muito melhor. Ser assertivo é levar sempre em conta as suas próprias necessidades e a do outro, sem ser agressivo ou passivo. Exemplos: ao ser agressivo, a pessoa só expressa suas necessidades: ..”você é um idiota pois você não entende minha dor...”; ao ser passivo, você só veria as necessidades do outro: ”...eu não vou aborrecê-lo com meus problemas, vou tocando o barco..” . Ao ser assertivo, você aborda as necessidades de ambos: “…eu sei que você está preocupado com o trabalho, e que deve ser duro ouvir sobre minha dor, mas quando você ouve como foi meu dia, me ajuda a ficar mais próxima de você. Vou tentar ser o mais breve possível...” Para que isto saia mais natural, ajuda pensar primeiro em uma maneira de falar das necessidades do seu ouvinte, e depois das suas.
2. Entenda que a raiva é geralmente uma emoção secundária, e que antes dela quase sempre estão outras quatro emoções primárias: impaciência, frustração, medo e, especialmente nos relacionamentos, mágoa. Procure pensar do seguinte modo – “se eu não pudesse sentir raiva, que sentimentos me sobrariam?” – e então tentar expressar estes sentimentos. Isso deixará as coisas muito mais claras para quem está lhe ouvindo.
3. Cuidado com palavras, pois elas machucam e aumentam a raiva. Quando você diz ao seu interlocutor, “você NUNCA me deu atenção”, “você SEMPRE me critica”, geralmente isso não é verdade, pois no passado, muitas vezes ou pelo menos alguma vez, esta pessoa esteve do seu lado. Mas quando você usa estas expressões, você assume que esta pessoa é pior do que ela é, e isso aumenta sua raiva.
4. Tente entender melhor as necessidades que estão por trás do comportamento do outro. A melhor maneira de entender a outra pessoa é perguntar claramente e repetir a resposta do outro, para que ambos entendam bem o que está em discussão. Sempre lembre que entender não é concordar. Se você compreende a outra pessoa, mesmo deixando claro que não concorda, ela se sentirá melhor e com menos raiva
5. Aprenda a perdoar, especialmente se o outro pedir desculpas. Isto, mais do que libertar a outra pessoa, liberta você, que perdoou. Para que o perdão seja mais fácil, pergunte a você mesma: “Eu já fiz algo semelhante para outra pessoa?”, “Eu preciso ser perdoada por algo que eu fiz?”. Outra coisa é abrir mão de revidar, pois a vingança nos abaixa ao nível de coisas que condenamos em outros.
Eduardo S.Paiva
Chefe do ambulatório de fibromialgia, UFPR
Florais que ajudam a lidar e reverter esses sentimentos
Holly- Raiva
Willow_ vitimismo e amargura
Wild Oat -Frustração
Impatiens Paciência
Chicory -Autopiedade
Elm- Cansaço esgotamento
Heather- Carências
Cherry Plum -auto-controle
Olive-energia vital
quarta-feira, 24 de junho de 2009
DEPRESSÃO JÁ É RECONHECIDA PELA JUSTIÇA!
PODEM CAUSAR DOENÇA PSÍQUICA
A Turma Recursal de Juiz de Fora/MG analisou o caso de um reclamante submetido a condições de trabalho desfavoráveis, que desencadearam um grave quadro de depressão, culminando com a sua aposentadoria por invalidez. Na situação em foco, os julgadores concluíram que aplica-se a figura da concausa, isto é, causa que concorre com outra para a produção do seu efeito.
quinta-feira, 11 de junho de 2009
Revista Brasileira de Medicina do Esporte - Can exercise induce analgesia in patients with chronic pain?
Juliana Barcellos de Souza
Doutora em Ciências Clínicas (Sciences de la Santé) - Université de Sherbrooke Qc/Canadá
RESUMO
A dor crônica caracteriza-se pela persistência do sintoma além do período fisiológico de recuperação do tecido lesado. Essas dores causam incapacidade física e redução da performance cognitiva, reduzem a qualidade de vida e o bem-estar dos pacientes, cujo tratamento proposto contradiz o clássico binômio da terapia da dor aguda (repouso e fármacos). Para a dor crônica prescrevem-se exercícios físicos e sugerem-se tratamentos multidisciplinares. Embora a atividade física seja prescrita há mais de 20 anos, os mecanismos neurofisiológicos envolvidos ainda não são compreendidos. Descrevemos brevemente os mecanismos endógenos de controle da dor crônica e evidências da literatura científica que defendem o sistema opioide como mecanismo de ação na analgesia induzida pelo exercício em indivíduos sadios e atletas. Esse mecanismo também parece agir na população com dor crônica, embora haja controvérsias.
INTRODUÇÃO
A dor é uma percepção subjetiva, desagradável e vital. A interpretação do estímulo nocivo protege o organismo através desse sinal de alarme denominado dor(1). Num contexto temporal, a dor pode ser classificada como aguda ou crônica. A dor aguda está associada a lesão do organismo, é de curta duração e desaparece com a cicatrização dessa lesão, por exemplo dor pós-operatória. A dor crônica, por sua vez, é persistente ou recorrente e não está necessariamente associada a uma lesão no organismo. A cronificação da dor pode ser de causa desconhecida. Em sua classificação, consideram-se crônicas aquelas em que o sintoma se mantém além do tempo fisiológico de cicatrização de determinada lesão, ou por permanecer por mais de três meses(2-4), por exemplo, as síndromes dolorosas como lombalgias crônicas ou fibromialgia.
Estima-se que, mundialmente, 80% das consultas médicas devam-se à presença da dor(5). Um recente estudo brasileiro demonstra que 75% dos pacientes que consultam serviços públicos de saúde relatam a presença de dor crônica(6). A alta prevalência da dor crônica no Brasil torna-a um problema de saúde pública, com um impacto socioeconômico importante. Dados do INSS, em 2007, apontam que 20% dos benefícios concedidos por afastamento do trabalho foram destinados a pacientes com dores crônicas(Dataprev 2007). Os gastos associados a essa condição de saúde estimulam o sistema a investigar intervenções eficazes para o tratamento das dores em geral(7).
O tratamento clássico da dor (aguda) consiste em repouso e uso de fármacos para o alívio do sintoma, para favorecer a cicatrização da lesão(8) e a redução do processo inflamatório(9). Ao contrário do tratamento da dor aguda, os agentes químicos analgésicos não se demonstram eficazes contra a dor crônica(10,11). A baixa eficácia do uso contínuo de fármacos está inevitavelmente associada a efeitos secundários indesejáveis e à baixa adesão ao tratamento farmacológico. Aproximadamente, 47% dos pacientes com fibromialgia (síndrome de dor crônica difusa) não aderem à medicação prescrita, seja intencionalmente ou pela intensidade dos efeitos colaterais da medicação(12).
O tratamento da dor crônica caracteriza-se por programas multidimensionais agindo sobre características biopsicossociais(10,13). No plano biológico esses programas visam regular os mecanismos endógenos de controle da dor e a concentração de neurotransmissores (como serotonina, noradrenalina e dopamina). No plano psicológico reduzem ansiedade, depressão, angústia e incapacidades mentais geradas pela dor crônica. No plano social favorecem a autoestima, a participação social e a produtividade intelectual e física. Dentre as estratégias empregadas pelos programas multidisciplinares destinados à dor crônica, temos gestão do estresse, educação dos pacientes e das famílias, psicoterapia, relaxamento, sendo a atividade física a estratégia mais utilizada(14,15). A prescrição de exercícios para o tratamento da dor crônica é defendida há mais de 20 anos pela literatura científica(16)
Embora a atividade física seja a mais comum dentre as modalidades dos tratamentos multidisciplinares, o efeito analgésico do exercício ainda é contraditório. Enquanto alguns estudos clínicos demonstram a redução da dor após a atividade física(17), outros relatam a ausência de efeitos do exercícios sob a percepção da dor(18,19) e ainda há aqueles que apontam exacerbação da dor após o exercício físico(20), sobretudo após exercícios de resistência(21,22). Essas contradições podem ser devidas a características metodológicas das pesquisas. Por exemplo: a intensidade do exercício ao qual foram submetidos os participantes(23,24), o tipo de exercício executado(25), os diferentes protocolos de avaliação da dor(26,27) ou treinamento(23-25). Protocolos que avaliam elevadas intensidades de dor (como os protocolos de dor experimental isquêmica) reduzem a sensibilidade da medida álgica, reduzindo a probabilidade de identificar a ação inibitória proporcionada pelo exercício(26,27). Protocolos de treinamento realizados com intensidades muito baixas não atingem os efeitos fisiológicos proporcionados pelo exercício, reduzindo a probabilidade de detectar os efeitos sobre a dor(23,25).
Embora contraditório, aceita-se que a atividade física seja benéfica no tratamento da dor. Esse fenômeno - analgesia induzida pelo exercício - é sobretudo confirmado pelo aumento do limiar da dor em atletas quando comparados com a população não-atleta(28,29). Contudo, os efeitos neurofisiológicos que explicam esse fenômeno ainda são incertos. Uma das hipóteses mais aceitas é a influência do exercício nos mecanismos endógenos de controle da dor(28).
A compreensão dos efeitos do exercício sobre a dor crônica complexifica-se pelas características clínicas da própria manifestação clínica das síndromes dolorosas. Tanto causa quanto neurofisiologia da dor crônica ainda são mecanismos estudados e discutidos pela literatura científica. Neste artigo apresentamos e discutimos hipóteses neurofisiológicas da analgesia induzida pelo exercício. A primeira parte descreve os mecanismos endógenos de modulação da dor. Em seguida, discutem-se os mecanismos envolvidos na analgesia induzida pelo exercício. Concluindo com considerações clínicas que favorecem efeitos neurofisiológicos benéficos do exercício em pacientes com dor crônica.
MECANISMOS ENDÓGENOS DE CONTROLE DA DOR
A dor é um fenômeno dinâmico. Ao longo de todo o trajeto nervoso, as aferências nociceptivas recebem inúmeras influências excitatórias e inibitórias de diferentes mecanismos de modulação da dor. Essa modulação do sinal nociceptivo (dor potencial) ocorre no sistema nervoso periférico (SNP) pela ação de neuromediadores (ex.: bradicinina, prostaglandinas e serotonina) e no sistema nervoso central (SNC) pela liberação de neurotransmissores (ex.: noradrenalina, serotonina, encefalinas e dopamina)(30). O estímulo nociceptivo aciona receptores que, por sua vez, ativam fibras aferentes do SNP ( figura 1, região 1) que transmitem a mensagem de "lesão potencial"ao SNC (figura 1, regiões 2, 3 e 4).
Essa comunicação entre do meio exógeno e endógeno (SNP e SNC) ocorre no corno posterior da medula espinhal pela sinapse entre o primeiro e segundo neurônio (ou por intermédio de um interneurônio).
A dor aguda diretamente associada à lesão tissular – decorre de um processo inflamatório caracterizado pelo calor, edema, vermelhidão e dor na região atingida(30). Em condição normal, durante o processo inflamatório que ocorre na região periférica (ilustrado pelo antebraço na figura 1), tanto os receptores quanto as fibras nociceptivas (fibras A δ e C) podem ser sensibilizadas. Em resposta a um estímulo repetitivo (provenientes do foco inflamatório, por exemplo), ambas as estruturas podem manifestar redução do limiar de ativação. Esse fenômeno explica a sensibilização do local lesado. Mais especificamente, esse fenômeno ocorre pela liberação prolongada de alguns mediadores químicos, como a bradicinina, a histamina, a serotonina e as prostaglandinas.
Entretanto, a sensibilização não se manifesta apenas no local lesado. Geralmente, a região em torno da lesão também se apresenta hipersensível. A sensibilização de regiões afastadas da lesão ocorre em consequência de um fenômeno central, denominado hiperalgesia secundária(31). Ao contrario da hiperalgesia primária de causa periférica, a hiperalgesia secundária exprime aumento da atividade do segundo neurônio (na medula espinhal, inº 2 da figura 1) em reação a um estímulo constante. Um estímulo intenso e frequente provoca uma sensibilização central pela somação temporal do estímulo no axônio (wind up). Nesse caso, há aumento na convergência do fluxo nervoso periférico, que estimula o neurônio antes que ele esteja suficientemente despolarizado. Além disso, o fluxo nervoso se propaga distalmente a outras terminações livres da mesma fibra nervosa, sensibilizando regiões afastadas da lesão. Esse último fenômeno denomina-se reflexo axônico. Os nociceptores são capazes de se autossensibilizar, diretamente ou indiretamente. Esses mecanismos manifestam-se pela liberação de substâncias neuroativas como os peptídios (sobretudo a substância P)(1) e os aminoacidos excitatórios (NMDA e AMPA)(32).
Algumas dores crônicas podem manifestar-se pelo aumento dos mecanismos excitatório endógenos de controle da dor, ou ainda pela perda dos sistemas inibitórios. Por exemplo, a persistência da sensibilização central mesmo após a parada do estímulo frequenteu, ou uma somação temporal exagerada, onde a hiperalgesia e mesmo a alodinia persistem após o retorno ao repouso (ausência do estímulo repetitivo). Essa hipersensibilidade dos mecanismos excitatórios da dor é observada em indivíduos com dores orofaciais crônicas(33), como síndrome do cólon irritável(34) e na fibromialgia(35). Na figura 2 apresentamos um modelo de alodinia proposto por Cervero e Laird (1996).
De acordo com esse modelo, a excitação dos nociceptores produzida pela lesão (periférica) atiça os interneurônios espinhais que mediam a despolarização aferente primária entre os mecanorreceptores de baixo limiar e os nociceptores. Dessa forma, estímulos com intensidade inferior à do limiar de dor podem ativar mecanorreceptores de baixa intensidade no local lesado e ser interpretados como nocivos, em certas circunstâncias (alodinia).
Ainda na medula espinhal, a interação entre as fibras aferentes nociceptivas (fibras Aδ e C) e as fibras não–nociceptivas (fibras Aα e Aβ))podem desencadear uma analgesia localizada. Por exemplo, uma massagem leve na região lesada ativa as fibras não-nociceptivas que, por sua vez, ativam um interneurônio que inibe a transmissão do impulso nervoso das fibras nociceptivas. Esse fenômeno ocorre no corno posterior da medula e é conhecido sob o nome de "teoria do portão"(37). Contudo, a hiperatividade do interneurônio na medula espinhal também pode produzir sensibilização central (como visto anteriormente para o segundo neurônio) (figura 3). Esse aumento na excitabilidade é ativado pelos receptores NMDA na medula espinhal e se manifesta clinicamente pela alodinia, ou seja, um estímulo não-nociceptivo é interpretado como dor(38).
O segundo neurônio fará conexões com o córtex por intermédio do tálamo. Porém, antes de atingir os centros superiores, esse neurônio faz conexões com o tronco cerebral (núcleo rafe magno e substância cinzenta periaquedutal), onde ativa os mecanismos de controle inibitório difuso nociceptivo (CIDN)(39) (figura 1, região 3). Esse mecanismo descendente de inibição da dor é ativado por um estímulo nociceptivo. Ao ser ativado, fibras noradrenérgicas e serotoninérgicas favorecem a liberação de encefalinas nos cornos posteriores da medula espinhal. Essa liberação de encefalinas inibe a percepção da dor de forma difusa(40-42).
Déficit nos mecanismos endógenos inibitórios de controle da dor, ou seja os CIDN, tem sido apontado como possível causa de alguns tipos de dor crônica(43,44). Pesquisas recentes confirmam a hiperalgesia de pacientes com fibromialgia e apontam o déficit na ação do CIDN. Através do protocolo de somação espacial da dor(45), Julien et al.(46) observam que, ao contrário dos sujeito sadios e de pacientes com lombalgias que demonstram redução da dor após imersão de todo o membro superior em água quente(46) ou fria(47) , nos fibromiálgicos há não há redução significativa da dor, havendo em alguns casos exacerbação desta. Essa ausência de ação dos mecanismos endógenos de controle da dor também tem sido observada em pacientes com cefaleias do tipo tensional(44). Acredita-se que esse déficit em pacientes com dores crônicas seja promovido pela baixa concentração de serotonina e noradrenalina no SNC.
Nos centros superiores, o estímulo nociceptivo é enfim interpretado como dor (figura 1, região 4), onde sua componente sensório-discriminante (localização e intensidade da dor) é interpretada na região somatossensorial primária e secundária. A componente afetiva da dor é interpretada em diversas estruturas límbicas, sobretudo no córtex insular e córtex cingular anterior(48). Nesse estágio, a percepção da dor é influenciada pelas experiências anteriores, pelas crenças e pelo contexto em que o indivíduo se encontra no momento da lesão.
Estudos recentes demonstram que as expectativas de efeito nocebo e placebo influenciam a modulação da dor, podendo tanto inibir quanto facilitar a ação dos mecanismos endógenos de controle da dor, como a teoria do portão (figura 3)(49) e o CIDN (figura 1)(50).
Dentre outras alterações fisiológicas e neurofisiológicas observadas no contexto de dores persistentes, há alterações na resposta ao estresse, desequilibro do SNA e a hiperalgesia por uso contínuo de opioides. Resumidamente, os mecanismos de resposta ao estresse se caracterizam pela perda do feedback inibitório da hipófise, inibindo a liberação de cortisol e adrenalina(51,52). O desequilíbrio do SNA se manifesta sobretudo pela predominância da atividade simpática nos indivíduos com dores crônicas(53,54). O uso de farmacológicas analgésicos, como os opioides, também pode induzir adaptações pró-nociceptivas(55).
Embora sejam excelentes analgésicos nos pacientes com dor crônica(56) o uso a longo prazo pode também induzir hiperalgesia, que parece ser dependente dos receptores NMDA, pois a administração simultânea de antagonistas ao NMDA (ex.: Ketamina) parece prevenir esse efeito.
ANALGESIA INDUZIDA PELO EXERCÍCIO
O fenômeno da analgesia induzida pelo exercício (AIE) é sobretudo observado em atletas. Os primeiros relatos descrevem bailarinas que continuavam a atividade mesmo havendo sofrido lesões graves e afirmavam não terem ressentido dor durante a execução dos movimentos. Essa característica se manifesta sobretudo no contexto competitivo. O primeiro a demonstrar esse fenômeno foi o médico Black, em 1979; em seu experimento, houve aumento no limiar de dor imediatamente após uma corrida de 40 minutos. Quase 30 anos após esse primeiro estudo, os mecanismos envolvidos ainda são desconhecidos, embora haja tendência a aceitar a ação do sistema endógeno opioide(28).
POPULAÇÃO SAUDÁVEL E ATLETAS
Durante um evento importante na carreira, o atleta pode se lesar durante a execução de uma atividade, sem, no entanto, perceber a dor. Havendo, nesse caso, aumento nos limiares de percepção e tolerância da dor. Embora casos esportivos de lesão ocorrida durante a competição com percepção tardia da dor possam ser citados, a justificativa neurofisiológica dessa inibição nas vias de dor permanece desconhecida. Um dos mecanismos indiretamente envolvidos, no contexto competitivo, é a analgesia induzida pelo estresse, pela ação do eixo hipotálamo-hipofisário liberando cortisol e adrenalina(52,57-59), ou, ainda pela componente psicológica no controle da dor(48,50,60). Contudo a analgesia induzida pelo exercício também é relatada em outras situações, como, por exemplo, na ausência de qualquer estresse aparente, ao repouso; observa-se que atletas têm limiar à dor experimental significativamente e clinicamente superior ao de não atletas(61).
Algumas hipóteses são propostas para explicar o aumento do limiar da dor em atletas ou em pessoas ativas comparados com os sedentários. Como mencionado acima, a hipótese neurofisiológica mais explorada e aceita em seres humanos é, sem dúvida, a analgesia induzida pela liberação de opioides(62). Segundo Koltyn(28), o estímulo constante das fibras descendentes neuromotoras favoreceria a liberação de opioides endógenos. aumentando assim o limiar de dor, pela redução da excitabilidade da membrana plasmática do neurônio, sobretudo das fibras aferentes do tipo Aδ. Dessa forma, quanto maior o nível de atividade do individuo, maior a liberação deβ-endorfinas e met-encefalinas (peptídios opioides endógenos)(63) que permitem a redução da percepção da dor. A maioria dos estudos que observou esse fenômeno AIE relata dependência do nível de atividade física, o qual teria que ser em intensidade extrema para ter a ação analgésica.
Porém, recentemente, Bement e Sluka(64) observaramm que atividade de intensidade moderada, como a marcha, induz a analgesia pela ação opioide em ratos. Estudo semelhante foi realizado com seres humanos, observando-se que a AIE depende da intensidade do exercício, devendo ser superior a 50% do VO2max (corrida) e a atividade deve durar mais que 10 minutos(65). Outro fato demonstrado há alguns anos é a liberação de betaendorfinas no sangue e a regularidade da prática de exercício. Observa-se uma curva exponencial. Para uma mesma intensidade e duração de exercício, aqueles que praticam regularmente a atividade física liberam exponencialmaente mais endorfinas que sedentários(63).
Embora, a ação dos opioides seja a mais aceita, sendo frequentemente observado o aumento da atividade opioide endógena com o exercício(66,67) em nível sanguíneo(63,68) como no liquor cefalorraquidiano(67), com aumento de betaendorfinas no tálamo, hipotálamo ventral e substância cinza periaquiducal)(28). Alguns estudos(62,69) observam que o fenômeno não depende (apenas) da ação dos opioides, pois há alteração nos limiares de dor de atletas mesmo com a administração de naloxona intravenosa (antagonista opioide). A duração média dessa analgesia induzida pela atividade aeróbica é de 15 a 30 minutos(69,70), podendo variar conforme as características de intensidade, duração e tipo de exercício.
Outros estudos observam o aumento das catecolaminas (dopamina e noradrenalina) durante o exercício(29,69). A dopamina vem sendo apresentada nos últimos anos como um neurotransmissor protetor da dor no SNC e está vinculada ao prazer e a motivação(71), porém, o aumento na concentração de dopamina após o exercício pode estar simplesmente associado ao estresse produzido pela atividade (Howells et al., 2005)(72). A noradrenalina também aumenta após o exercício(73) e pode influenciar a AIE pela sua participação na modulação da dor, entre outras. na ativação das vias descentes de inibição da dor(74), da mesma forma que o aumento na concentração de serotonina após o exercício(73). O hormônio de crescimento, cuja secreção está diretamente dependente da carga e da frequência do exercício, também participa da modulação da dor e pode induzir a AIE(75). A carência de sono, por sua vez, reduz a concentração de secreção do hormônio e pode causar dores difusas similares às percebidas por indivíduos com fibromialgia(76). A ação gaba, cuja secreção espinhal também é influenciada pelo exercício(77), parece agir no processo da AIE, reduzindo a intensidade da dor pela liberação de gaba no SNC.
O SNA também parece influenciar a modulação da dor, com sua ação simpática (opioide) e a parassimpática (não-opioide e dopamínica)(78). Durante o sintoma doloroso, observa-se predominância do SNA simpático (SNS), sobretudo nos homens(53), havendo desequilíbrio do SNA pela predominância do SNS. Há evidência dos opioides como inibidores parciais da atividade do SNS, assim como inibição do SNS pode ser observada após o exercício físico(79). Dessa forma, acredita-se que o exercício possa auxiliar no reequilíbrio do SNA e no controle da dor.
Segundo a teoria da rede neural(49) a interpretação da dor está longe de ser compreendida dentro de um contexto linear. A interação entre os diferentes neurotransmissores, as vias inibitórias e excitatórias da dor, as características motivacionais, psicológicas e contextuais influenciam continuamente a interpretação e percepção do sintoma álgico; além disso, uns influenciam os outros, formando uma complexa rede de comunicação. Por exemplo, os peptídios opioides interagem com a liberação hormonal da glândula pituitária e das catecolaminas. Esses neurotransmissores, dopamina, serotonina e noradrenalina, participam na modulação da dor; suas concentrações e proporções entre eles podem favorecer a analgesia, assim como a algesia(74). A modulação da dor não é determinada por um simples mecanismo ou neurotransmissor, mas pela interação de vias e interneurônios no SNC(74).
Cabe lembrar que o exercício também induz, paradoxalmente, hiperalgesia. Esse outro fenômeno é descrito tanto em atletas(80) quanto em pacientes com dores(81). Esse fenômeno, ao contrário da AIE, foi mais estudado e é melhor compreendido. A manutenção de uma contração muscular (seja durante o exercício ou por um mecanismo de proteção autônomo, compensatório para a "inibição"da dor pela inibição do movimento) aumenta a pressão intramuscular (pela atividade continua das fibras musculares, há redução no aporte sanguíneo (hemoglobinas e logo redução do aporte em oxigênio nesta região). Com a redução do aporte de O2, há predominância do metabolismo anaeróbio sobre o aeróbio, o que produz alterações químicas na região, como aumento das prostaglandinas, do glutamato, da serotonina e do piruvato e acido lático na periferia(81).
O aumento na concentração das três primeiras está correlacionado com a intensidade de dor percebida. Dessa forma, há redução no limiar de ativação dos nociceptores(81,82). Porém, o paradoxo da hiperalgesia induzida pelo exercício (HIE) é um fenômeno que ocorre somente no SNP e não no SNCl, onde o mecanismo é relativamente menos complexo e mais compreendido. Com o repouso e retorno do fluxo normal da circulação, HIE é aliviada(80).
POPULAÇÃO COM DOR CRÔNICA
A dor crônica, ao contrario da dor aguda, consiste em uma patologia em si, sendo reconhecida como tal pela 10ª Revisão do Código Internacional das Doenças - Organização Mundial de Saúde. Estima-se que 19% da população brasileira sofram de dores crônicas devido a doenças reumáticas, com predominância em mulheres, adultos jovens (idade média 37 + 27 anos), desempregados e com nível socioeconômico baixo (classe D)(83). Além das dores crônicas de origem reumática, há também aquelas de origem musculoesquelética, como a lombalgia crônica e cefaleias do tipo tensional; viscerais, como a síndrome do cólon irritável; e neuropáticas, como a dor fantasma (relato de dor no membro amputado).
Seu tratamento é complexo, sendo propostos programas multidisciplinares para combater a plasticidade do SNC formada pela persistência do sintoma álgico. Dentre as características dos programas multidisciplinares, predomina a prescrição de exercícios aeróbicos, de fortalecimento e alongamentos(84,85). Dessa forma, a literatura sobre a dor e a atividade física apresenta-se mais diversificada, observando o efeito dos diferentes tipos de exercícios nessa população.
A atividade física, seja ela cardiovascular, de fortalecimento ou alongamento, está associada ao bem-estar físico, mental e à inclusão social dos indivíduos. Estudos clínicos demonstram que a atividade física reduz a intensidade da dor relatada por pacientes com dores osteoarticulares(17), lombares(86,87), fibromiálgicas(15,88), cervicais(82), entre outras. Embora haja destaque aos benefícios clínicos do exercício reduzindo a intensidade da dor crônica, os efeitos fisiológicos envolvidos ainda são incertos; algumas vezes, o efeito analgésico é contraditório.
Estudos recentes associam a redução da dor à prática da atividade cardiovascular(19;21); a intensidade da atividade demonstra-se fundamental para o sucesso do tratamento. Comparando o efeito da atividade física de alta e baixa intensidade em pacientes com fibromialgia, van Santen et al.(24) observam aumento significativo no bem-estar global dos pacientes que realizaram 20 semanas de atividade física de alta intensidade e nenhuma melhora nos que praticaram atividade física de baixa intensidade no mesmo período.
Contudo, os pacientes que praticaram exercício de alta intensidade também apresentaram aumento na intensidade da dor (9 milímetros na escala visual analógica). A exacerbação da dor, com exercícios de alta intensidade, é confirmada por outros autores(22,89). Para atingir o efeito analgésico, estudos clínicocientíficos(15,82,90) destacam a importância da adaptação dos exercícios às condições físicas e fisiológicas dos pacientes(91), que, além de favorecer a atividade física sem a exacerbação do sintoma álgico, tendem a reduzir a taxa de abandono da atividade.
Com um programa multidisciplinar que incluía oito semanas de caminhada com uma frequência de três vezes semanais, duração de 20 a 30 minutos, com intensidade de 40-60% frequência cardíaca máxima), demonstramos redução de 26% da dor clínica e aumento de 34% no limiar da dor experimental de pacientes com fibromialgia(85).
O efeito do alongamento é sobretudo fisiológico, onde o aumento do comprimento do músculo ao repouso e o relaxamento proporcionados pelo exercício favorecem o fluxo sanguíneo e reduzem a hiperalgesia induzida pela contração muscular (tensão), como a HIE descrita acima. Valim et al.(90) relatam que o alongamento melhora a saúde mental, além de reduzir a dor clínica dos indivíduos com fibromialgia.
Além disso, o alongamento e o fortalecimento da musculatura também têm um efeito mecânico; eles auxiliam no reequilíbrio musculoesquelético, causa parcial de dores crônicas como as lombalgias, cervicalgias e mesmo fibromialgias.
Finalmente, o exercício aeróbio é o mais descrito e estudado na população sadia e atlética e muito utilizado no tratamento da dor crônica.
Há muitos relatos de redução na percepção da dor após um período de treinamento, em indivíduos com dor crônica(15,17). Os efeitos dos exercícios também são visíveis na lombalgia crônica(86). Embora haja evidências clínicas do efeito do exercício no controle da dor crônica, as alterações nos mecanismos endógenos de modulação da dor podem justificar diferenças no efeito agudo do exercício. Alguns estudos(22,89) relatam aumento importante na dor de indivíduos com fibromialgia durante e após a contração muscular. Além de estudos mais aprofundados para compreender os efeitos neurofisiológicos do exercício na dor cronica, esses relatos devem ser considerados na clínica, onde o exercício terá como efeito agudo hiperalgesia significativamente maior que em outras populações.
Na figura 4 representamos de forma esquemática como o exercício pode agir em cada nível dos mecanismos endógenos de controle da dor.
LIMITES DOS ESTUDOS
Os principais limites dos estudos de AIE em indivíduos saudáveis e atléticos são: (a) pequenas amostras (10 a 15 indivíduos); (b) amostras com predominância masculina, mulheres são raramente representadas; (c) variação nas doses de naloxona (variando de 0,8 a 30mg) pode explicar a alteração nos resultados entre estudos, pois sabe-se que a concentração pode proporcionar um efeito antagonista ou agonista do sistema opioide; (d) a maioria dos estudos observa o limiar de tolerância e de intensidade da dor e o sistema opioide (por intermédio da naloxona).
Nenhum estudo observa a ação dos mecanismos endógenos de controle da dor; (e) poucos estudos se interessam pelos efeitos agudos e crônicos do exercício nos indivíduos saudáveis e com dor; e (f ) há uma lacuna na avaliação dos efeitos de exercícios de fortalecimento e alongamentos sobre a dor de indivíduos sadios e atléticos; porém, dadas as características dos mecanismos endógenos de controle da dor, acredita-se que nessa população os efeitos neurofisiológicos proporcionados por esses exercícios sejam discretos.
Dentre os principais limites dos estudos dos efeitos neurofisiológicos do exercício sobre a dor, destaca-se, sobretudo, a raridade dos que utilizaram dor experimental em seus protocolos; a variável dor é geralmente avaliada de forma clínica.
CONCLUSÃO
O exercício físico, sobretudo o aeróbico, interage como modulador do aspecto desagradável da dor por intermédio do córtex, motivacional psicológico e da dopamina; no SNA (dopamina e opioides); nos mecanismos descendentes (noradrenalina, serotonina e peptídios opioides); na medula espinhal, (opioide, gaba, fibras Aδ). Ao contrário do que era proposto na década de 1990, o exercício aeróbico não precisa ser de alta intensidade ou de intensidade submáxima para ter um efeito sobre a dor.
Estudos realizados nos últimos cinco anos demonstram que o exercício físico aeróbico de intensidade moderada, mantido por mais de 10 minutos, pode ativar os mecanismos endógenos de controle da dor (em indivíduos sadios).
Em suma, indivíduos com dores crônicas devem passar por avaliação sensitiva, para verificar a presença de distúrbios na modulação da dor, como a anodinia e hiperalgesia; e avaliação biomecânica funcional, para verificar a presença de desequilíbrios musculares e instabilidade articular que possam causar dor crônica de origem mecânica.
Os exercícios de alongamento e fortalecimento são prescritos em função das observações clínicas, mas, para favorecer a adesão ao tratamento, metas pessoais devem ser previamente negociadas com os indivíduos.
A atividade cardiovascular é essencial para o reequilíbrio neuro-hormonal, podendo ser de intensidade moderada (40 a 60% FCmax), no mínimo durante 10 minutos. Para favorecer os efeitos fisiológicos e neurofisiológicos, sugere-se que essa atividade seja em uma frequência trissemanal.
Todos os autores declararam não haver qualquer potencial conflito de interesses referente a este artigo.
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terça-feira, 12 de maio de 2009
Campanha sobre Fibromialgia em Recife
CAMPANHA SOBRE FIBROMIALGIA EM RECIFE
Terça - 12/05/09 09h15, atualizado em 12/05/09 09h25
Campanha no Metrô do Recife alerta sobre doenças reumáticas
Durante todo o dia, médicos estarão na Estação Central distribuindo panfletos e prestando orientações sobre a fibromialgia, doença que atinge principalmente as mulheres
Da Redação do pe360graus.com
A campanha "Reumatismo é coisa séria" começa nesta terça-feira (12), na Estação Central do Metrô do Recife. Durante todo o dia, serão distribuídos panfletos e médicos reumatologistas estarão no local, orientando as pessoas sobre a fibromialgia e sobre as atribuições de um especialista da área.
"Nós realizamos essa campanha todos os anos, é um evento nacional que chegou a Pernambuco, mas, por enquanto, só acontece no Recife", explica o reumatologista Anderson Luna. "Aproveitamos a campanha para prestar esclarecimentos sobre a nossa especialidade, as pessoas ainda confundem muito a reumatologia com a ortopedia".
A presidente da Sociedade Pernambucana de Reumatologia, Lílian Azevedo, explica que a fibromialgia é uma doença que acomete principalmente as mulheres em faixa etária produtiva. "Os principais sintomas são uma dor difusa, rigidez, distúrbios do sono e dores matinais, além de uma dor de cabeça persistente", afirma a especialista.
De acordo com ela, o diagnóstico precoce feito por um reumatologista é fundamental para o tratamento da doença. "A maioria das pessoas sente dores por todo o corpo e não sabe o que é", diz Lílian. "É importante ir a um especialista para evitar complicações".
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segunda-feira, 20 de abril de 2009
SINTOMAS DA FIBROMIALGIA

SINAIS E SINTOMAS DA FIBROMIALGIA
- dores muscularas crônicas, difusas, espalhadas pelo corpo todo, como se
fosse uma "dor turista".
No compasso de espera ficamos. Ficamos a nos envenenar com tantos medicamentos. E com a cabeça girando em torno do trabalho, das responsabilidades, das contas a pagar. Mas o corpo não quer obedecer a ordem de "Vamos a Luta, Eu preciso ir trabalhar". Meus olhos quase se fecham sozinhos, meu corpo não responde ao meu comando. Ele quer a cama.
Fica a preocupação pior... Por quantos dias ficarei assim? Como dói meu braço, ou minha perna, ou minha coluna, ou meu pescoço, ou minha cabeça... como posso sair se tenho vertigem, e a bula adverte para não dirigir? O que faço?
Assim sendo...
Numa sociedade capitalista onde o trabalhador vende sua mão de obra, ou seja, seus conhecimentos, ou mesmo seu trabalho braçal, se ele for portador desta síndrome, como saber se amanhã ele será acometido de uma crise? Qual o tempo de duração de uma crise?
E também a medicina não conseguiu descobrir a origem, portanto qualquer pessoa pode tornar-se uma(um) Fibromiálgica(o)! Estão todos correndo este risco.
Portanto, amanhã qualquer pessoa pode ter uma crise de fibromialgia! Sem tempo para curar, sem saber de onde veio, ou por que veio! Simplesmente ela apareceu.
Ela não escolhe a quem vai acometer.
Porém depois que você começa a sentir os primeiros sintomas e desconfortos tudo vira de ponta cabeça em sua vida.
Ninguém pode assegurar. Ela também aumenta o limiar de dor de outras doenças tais como: tendinite, bursite, torções, de toda e qualquer anormalidade no corpo. Afinal ela é justamente isso; o portador perde o limiar da dor normal.
O que seria normal para a maioria, para o fibromiálgico é um sofrimento.
Isso interfere inclusive sobre os aspectos emocionais dos pacientes.
Como pode o INSS elaborar uma TABELA, e nela incluir pacientes com dor crônica, como é a Fibromialgia? Não somos donos do tempo, muito menos de nosso corpo por vezes.
Quisera pudéssemos arrancar a dor com a mão, e voltar a viver como antes.
Donas(os) de nosso próprio leme da vida.
Então pergunto:
Qual será o patrão que admitirá um funcionário sabendo que ele é portador da Síndrome de Fibromialgia?? Ou seja, que ele não será um funcionário que terá diversas faltas justificadas, não um funcionário com quem se possa contar para tarefas a longo prazo. Provavelmente, terá que pagar enquanto ele cumpre licença médica estando em casa.
Contrataria????? É claro que não!
E mesmo que ele não saiba, após a primeira crise e o funcionário retornar e entregar o Atestado Médico - alguns médicos colocam o CID que gerou o afastamento M79.4 (que não é obrigatório) ficará sabendo que ele é fibromiálgico. Adivinhem qual será o final da história???
Rua!
Nossa vida é cíclica. Não fazemos programas a longo prazo, porque não sabemos se vamos poder cumpri-lo.
Vida social? Para alguns não é possível conciliar, como é meu caso.
Há algum tempo fiz algumas contas, e cheguei a triste conclusão que já gastei com: medicamentos/transporte/terapias/alimentação extra o que nunca gastei nos últimos 5 anos para me divertir em um dia, ou em um mes, ou em um ano. Ou comprando em roupas, sapatos, perfumes...
Não posso mais me dar a esses luxos. Preciso reservar para os medicamentos.
Sei que muitos aqui fazem o mesmo. Outros, felizmente, conseguem através do SUS.
Só quero pedir aqui para que os pacientes de dor crônica inclusive os fibromiálgicos façam uso de sua pouca energia para garantir algum direito constitucional. Se não reclamarmos, quem o fará por nós???
Quem???
Posso ser o grão de areia hoje... mas desejo muito unir-me a outros para formar uma grande montanha rumo as conquistas.
Gostaria que todos tivessem direito a tratamento/medicamentos/terapias gratuitas. Não sou eu que peço. Isso já está na constituição! Não é nenhuma esmola!
Muito menos slogan de benefício para campanha eleitoral.
O povo brasileiro tem um péssimo hábito.
Pensa muito. Reclama demais. E faz.... é Nada!!! E fica tudo como está!
Nem votar sabem... não procuram saber quem é a pessoa em quem estão votando. O que ele está fazendo lá depois de eleito.
É uma maravilha ser político no BRASIL! E os fibromiálgicos e pacientes com dores crônicas como ficam???
Só Reclamando!!!
sexta-feira, 6 de março de 2009
TERAPIA DE COMBINAÇÃO... É PRECISO ESTUDAR MELHOR!
Investigadores alemães relataram que uma revisão de resultados de ensaios clínicos demonstraram que uma abordagem multifacetada pode ser efectiva no tratamento da fibromialgia.
O Dr. Winfried Häuser, da Clínica Saarbrücken, relatou à Reuters Health que as directrizes alemãs recomendam um tratamento multidimensional para a fibromialgia composto por, pelo menos, dois componentes: educação do paciente ou terapia psicológica e exercício, como terapia de segunda linha, para os pacientes cujos sintomas e restrições na vida quotidiana não são suficientemente reduzidos por uma única terapia, tal como medicação.
Os investigadores, para estudarem a eficácia desta estratégia, examinaram evidências de nove ensaios clínicos de terapia multidimensional envolvendo mais de 1 100 pacientes.
As descobertas, publicadas na “Arthritis and Rheumatism”, demonstraram que o tratamento multidimensional foi superior ao tratamento monodimensional no alívio da dor, humor depressivo e fadiga e na melhoria da condição física.
Contudo, os investigadores descobriram que existem fortes evidências de que os efeitos positivos de uma terapia multidimensional nos sintomas chave da fibromialgia declinam com o tempo.
O seguimento mais prolongado durou 15 meses. Os investigadores concluíram que as estratégias para manter os benefícios do tratamento multidimensional, a longo prazo, necessitam ainda de ser desenvolvidas.
A fibromialgia caracteriza-se por dores, fadiga e dificuldade em dormir. É ainda uma doença algo misteriosa, sem se conhecer uma causa concreta.
Isabel Marques
UM DIA, UMA VIDA (parte II) por Angela Paes

O DIA QUE NASCE DEVERIA SER USADO PARA QUE ESCOLHESSEMOS UMA HABILIDADE A SER DESENVOLVIDA. UMA DE CADA VEZ... APENAS ISSO. NÃO SOMOS SERES PARCIAIS, SOMOS INTEGRAIS, APENAS NÃO SABEMOS. MAS PODERÍAMOS COMEÇAR A TREINAR PEQUENAS COISAS, PROCURANDO CONTROLAR NOSSAS EXPECTATIVAS QUE TANTO NOS AFOGAM.
PARA QUEM SE DISPÕE A VIVER A VIDA COM SABEDORIA, NÃO PODERÁ ASSIM DESPERDIÇAR NENHUM DIA.
ENTENDERÁ QUE SOMENTE ATRAVÉS DO COTIDIANO PODERÁ BUSCAR, PELOS SEUS PRÓPRIOS ATOS, SUAS MELHORES REALIZAÇÕES.
MUITO POUCO CONSEGUIMOS DANDO APENAS UM PASSO.
CADA DIA UM FEITO, ALGO DO QUAL POSSAMOS NOS ORGULHAR. TUDO DEVAGAR, MAS O MAIS IMPORTANTE, EM CONSTANTE MOVIMENTO E APRIMORAMENTO.
ESPERAMOS MUITO, FAZEMOS POUCO.
UM DIA PODE SER MUITO.
E O É!
UM DIA REPRESENTA UMA CHANCE QUE A VIDA NOS DÁ.
UMA POSSIBILIDADE PARA MUITAS COISAS.
DEVERÍAMOS FAZER, DESCOBRIR AGORA... ANTES QUE SEJA TARDE.
QUANDO NOVAMENTE VOCÊ ACORDAR, ESPERO QUE SE LEMBRE DESTA MENSAGEM. VOCÊ PODE SER MAIS ATIVO E CONSTRUIR UMA VIDA MAIS INTERESSANTE.
VOCÊ SABE O QUE BUSCAR? DÊ MAIS ATENÇÂO A VOCÊ E PRINCIPALMENTE A TANTOS OUTROS QUE SE ENCONTRAM A SUA VOLTA. PROCURE A CADA DIA RESOLVER UM PROBLEMA, VOLTAR ATRÁS E ACEITAR COISAS ATÉ ENTÃO INACEITÁVEIS. EU PERGUNTO, POR QUE NÃO???
PORTANTO, A CADA DIA, RESOLVA UM PEDACINHO DA SUA VIDA. ESTABELEÇA ISSO COMO META E NÃO DESPERDICE SEU TEMPO.
A VIDA É COMO UMA PEDRA MULTIFACETADA. TENTE OLHAR DE OUTRA MANEIRA. VÁ MUDANDO SEU REFERENCIAL PARA QUE VOCÊ CRESÇA. INICIE PLANOS, UM REGIME TALVEZ, ALGO ASSIM... HÁ TANTAS COISAS PARA REFORMAR E MUDAR.
E VOCÊ PODE.
PROJETE TUDO O QUE PRECISA SER FEITO E COMECE DEVAGAR, USE UM DIA APÓS O OUTRO. INICIE UM NOVO TRABALHO. REFAÇA SUA MENTALIDADE E SEUS HÁBITOS DE COMPORTAMENTO. VOCÊ MUDA E O MUNDO MUDA. VOCÊ CRESCE E RESOLVE O QUE PRECISA. PORQUE NÃO? EXERCITE-SE ATRAVÉS DOS SEUS PROJETOS DE MELHORIA O SEU LADO PESSOAL E PROFISSIONAL.
POR QUE NOS CUSTA TANTO DEIXAR NOSSOS MAUS HÁBITOS?
POR QUE NOS PARECE TÃO TRAUMÁTICO INICIAR UMA NOVA ROTINA DE VIDA COM NOVAS ATITUDES?
SERÁ QUE VALORIZAMOS SUFICIENTEMENTE, COMO SE DEVE, A ENORME QUANTIDADE DE DIAS QUE DISPOMOS?
ESSA EXISTÊNCIA PODERIA SER VIVIDA MAIS PLENAMENTE, PARA BENEFÍCIO DE TODOS E DA NOSSA FELICIDADE PESSOAL.
ACHO UM DESPERDÍCIO DEIXAR QUE A VIDA POR SI MESMA ESCOLHA NOSSOS DIAS ESPECIAIS. POUCO FAZEMOS, MUITO ESPERAMOS! TUDO ISSO É UMA QUESTÃO DE META, DE INTERESSE, DE GÁS INTERIOR, DE VONTADE. AFINAL, VOCÊ ESTÁ VIVO E O DIA AMANHECE.
A VIDA QUER DIZER O TEMPO INTEIRO QUE TUDO É <>. ISSO MESMO! UMA QUESTÃO DE PRATICAR. TÃO SIMPLES ASSIM.
USE CADA DIA PARA PENSAR MELHOR. REALIZE ALGO DO QUAL AS PESSOAS POSSAM SE ORGULHAR DE VOCÊ. SAIBA COMO FAZER ISSO! PERDOE E ABRA MÃO DE COISAS QUE NÃO PODEM SER LEVADAS MUITO A SÉRIO. DIMINUA A INTENSIDADE DE SUAS EMOÇÕES, AFINAL VOCÊ É UMA PESSOA QUE SEMPRE SE DESGASTA MAIS DO QUE O NECESSÁRIO. TENHA COMO META ADQUIRIR UMA INTENSIDADE MAIS ADEQUADA PARA OS ACONTECIMENTOS À SUA VOLTA. SE PROPONHA A ENXERGAR E PRATICAR A VIDA ATRAVÉS DE UM NOVO REFERENCIAL.
SEJA MAIS FLEXÍVEL E ACEITE OUTROS PONTOS DE VISTA.
ENTENDA QUE ELES SÃO POSSÍVEIS DE EXISTIR NESSE MUNDO. VOCÊ NÃO É O CENTRO, OS OUTROS TAMBÉM NÃO. TEMOS DE BUSCAR PERSISTENTEMENTE NOVOS SIGNIFICADOS.
TENTE ENTENDER TUDO ISSO! SEJA RESPONSÁVEL, E MUITO! MAS DE MANEIRA LEVE. NÃO HÁ NADA QUE NECESSITE DE SOBRE-ESFORÇO.
Por Angela Paes - Psicóloga Empresarial (Texto Motivacional - Parte II -Todos os direitos reservados).

OS DIAS, CADA UM DELES, DEVERIAM SER REVERENCIADOS, PORQUE SÃO GRANDIOSAS POSSIBILIDADES DE CRESCIMENTO.
O DIA QUE DESPONTA DEVERIA SER UM DIA DE PROJETOS, MESMO PEQUENOS, UM DIA AONDE PUDÉSSEMOS LANÇAR NOSSOS MAIORES SONHOS, NA TENTATIVA DE SEREM REALIZADOS.
O DIA QUE SURGE SEMPRE INDICARÁ NOVAS OPORTUNIDADES. CHANCES QUE PODEMOS ALCANÇAR PARA PERDOAR, COMEÇAR TUDO NOVAMENTE, TENTAR UMA VEZ MAIS O QUE QUEREMOS E ESQUECER TUDO O QUE É NECESSÁRIO PARA TORNAR NOSSA VIDA MAIS LEVE.
O DIA QUE NASCE É UMA PROPOSTA DE VIDA. UM CONVITE A EXISTIR NO MUNDO. UMA NOVA CHANCE NO CAMINHO DE APERFEIÇOAMENTO DA VIDA VIVA. O NOVO DIA SERÁ SEMPRE MAIS UMA OPORTUNIDADE PARA VOCÊ EXERCITAR O BEM-COMUM,QUE SERÁ EXATAMENTE A SUA FELICIDADE.
O NOVO DIA É UM CHAMADO, PARA QUE VOCÊ CONSIGA TRILHAR O SEU CAMINHO COM MAIS ELASTICIDADE NOS SEUS PRÓPRIOS CONCEITOS E CRENÇAS.
O DIA QUANDO AMANHECE TE FAZ SURGIR DE NOVO, NA TENTATIVA DE QUE VOCÊ EMPREENDA UMA MELHOR CONSCIENTIZAÇÃO DAS COISAS, DE TUDO AQUILO QUE ESTÁ A SUA VOLTA E SE APRESENTA COMO MAIS IMPORTANTE. POIS DESCOBRIR A MANEIRA DE DESTACAR O ESSENCIAL DE SUAS EXPERIÊNCIAS É O QUE PODERÁ TRAZER MAIORES RECURSOS PARA SUA FELICIDADE.
NÃO SE PERCA NAS PEQUENAS COISAS!
DESCOBRIR DENTRE TUDO O QUE VOCÊ MAIS GOSTA E TE DÁ PRAZER- DESTACANDO AINDA ASSIM O QUE TE PARECE MAIS ESSENCIAL, É A LUCIDEZ QUE VOCÊ DEVE ATINGIR.
CADA DIA REPRESENTA A CONTINUAÇÃO DE SUA VIVA EXISTÊNCIA. PORTANTO, USE ESSES TANTOS E TANTOS DIAS.
MUDE, QUANTAS VEZES ASSIM PRECISAR.
APROVEITE O SEU TEMPO DE MANEIRA ÚTIL.
RENOVE-SE!
ACORDAR PARA UM NOVO DIA É TER A CONSCIÊNCIA DE NÃO DESPERCIÇÁ-LO NO ANONIMATO DE TANTOS OUTROS.
CADA DIA PRECISARÁ SER ÚNICO. UM MARCO, UMA DATA ESPECIAL. ALGO QUE COM ESFORÇO VOCÊ COMEÇOU A EMPREENDER, OU QUE CAPACITOU VOCÊ A USAR ESSE MESMO DIA PARA O TÉRMINO E RESOLUÇÃO DE UM OBJETIVO. ALGO QUE PRECISAVA SER FEITO E CONCLUÍDO. POIS BUSCAR SIGNIFICADOS, TANTOS QUANTOS NA SEQUÊNCIA DOS DIAS QUE VIVEMOS, DEVERIA SER UMA DAS NOSSAS MAIORES METAS.
Angela Paes - Psicóloga Empresarial - (Texto Motivacional parte I - Parcial autorizado) -
MAIS UM MEDICAMENTO... VOCÊ CONHECE O MILNACIPRAN?

TERAPIA DE COMBINAÇÃO... ESTÁ SOB SUSPEITA!

Terapia de combinação ajuda a aliviar sintomas da fibromialgia
Publicado: 05 de Março de 2009
Investigadores alemães relataram que uma revisão de resultados de ensaios clínicos demonstraram que uma abordagem multifacetada pode ser efectiva no tratamento da fibromialgia.
O Dr. Winfried Häuser, da Clínica Saarbrücken, relatou à Reuters Health que as directrizes alemãs recomendam um tratamento multidimensional para a fibromialgia composto por, pelo menos, dois componentes: educação do paciente ou terapia psicológica e exercício, como terapia de segunda linha, para os pacientes cujos sintomas e restrições na vida quotidiana não são suficientemente reduzidos por uma única terapia, tal como medicação.
Os investigadores, para estudarem a eficácia desta estratégia, examinaram evidências de nove ensaios clínicos de terapia multidimensional envolvendo mais de 1 100 pacientes.
As descobertas, publicadas na “Arthritis and Rheumatism”, demonstraram que o tratamento multidimensional foi superior ao tratamento monodimensional no alívio da dor, humor depressivo e fadiga e na melhoria da condição física.
Contudo, os investigadores descobriram que existem fortes evidências de que os efeitos positivos de uma terapia multidimensional nos sintomas chave da fibromialgia declinam com o tempo.
O seguimento mais prolongado durou 15 meses. Os investigadores concluíram que as estratégias para manter os benefícios do tratamento multidimensional, a longo prazo, necessitam ainda de ser desenvolvidas.
A fibromialgia caracteriza-se por dores, fadiga e dificuldade em dormir. É ainda uma doença algo misteriosa, sem se conhecer uma causa concreta.
Isabel Marques
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sábado, 14 de fevereiro de 2009
ABRAFIBRO ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS: COMO ADQUIRIR LYRICA - NOVO MEDICAMENTO PARA FIBROMIALGIA E O CUSTO DO TRATAMENTO
É inviável pra mim a aquisição desse medicamento, custa um pouco mais que a metade do meu salário.
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
SOBRE O LYRICA... ALGUNS CUIDADOS !!! IMPORTANTE SABER!!
LYRICA is not for everyone. LYRICA may cause serious allergic reactions. Tell your doctor right away about any serious allergic reaction such as swelling of the face, mouth, lips, gums, tongue or neck or if you have any trouble breathing. Other allergic reactions may include rash, hives and blisters. Tell your doctor about any changes in your eyesight, including blurry vision, muscle pain along with a fever or tired feeling. If you have diabetes tell your doctor about any skin sores.
Some of the most common side effects of LYRICA are dizziness, sleepiness, weight gain, blurred vision, dry mouth, feeling "high", swelling of hands and feet, and trouble concentrating. You may have a higher chance for swelling and hives if you are also taking angiotensin converting enzyme (ACE) inhibitors so you should let your doctor know if you are taking these medications. You may have a higher chance of swelling or gaining weight if you are also taking certain diabetes medicines.
You should not drive or operate machinery until you know how LYRICA affects you. Do not drink alcohol while on LYRICA. If you take medicines that make you sleepy you may feel more sleepy when you start LYRICA. Also tell your doctor if you are planning to father a child. Tell your doctor if you are pregnant, plan to become pregnant, or are breast-feeding. If you have had a drug or alcohol problem, you may be more likely to misuse LYRICA.
In mice, an increase in a specific type of blood vessel tumor was observed but no evidence of the same effect was seen in studies with rats. The clinical significance of this finding is unknown. During clinical studies in humans, none of the same tumor types were observed, although some new or worsening-preexisting tumors were reported (57 patients out of 6396 patient-years). It is not possible to know whether this is or is not related to LYRICA treatment. Talk with your doctor before you stop taking LYRICA or any other prescription medication. LYRICA is one of several treatment options for you and your doctor to consider.
TRADUÇÃO
LYRICA não é para todos. LYRICA pode causar reações alérgicas graves. Informe o seu médico imediatamente sobre qualquer reação alérgica grave, tais como inchaço da face, boca, lábios, gengivas, língua ou garganta, ou se você tiver alguma dificuldade para respirar. Outras reações alérgicas podem incluir erupções cutâneas, urticária e vesículas. Informe o seu médico sobre quaisquer alterações na sua visão, incluindo visão embaçada, dores musculares, juntamente com uma febre ou sentindo cansado. Se você tem diabetes informe o seu médico sobre qualquer úlceras cutâneas.
Alguns dos efeitos secundários mais comuns do LYRICA são tontura, sonolência, ganho de peso, visão turva, boca seca, sentir-se "alto", inchaço das mãos e pés, e dificuldade para concentrar. Você pode ter uma maior oportunidade para a expansão e colmeias se você está tendo também enzima conversora angiotensina (ECA), para que você deve deixar seu médico saber se está a tomar estes medicamentos. Você pode ter uma maior chance de ganhar peso, inchaço ou se estiver a tomar certos medicamentos para diabetes.
Você não deve conduzir ou operar máquinas até saber como LYRICA afecta. Não beba álcool enquanto ontário LYRICA. Se tomar medicamentos que você pode fazer você se sentir mais sonolenta sonolento quando começar LYRICA. Também diga ao seu médico se estiver a planear o pai de uma criança. Informe o seu médico se estiver grávida, a planear engravidar, ou estiver a amamentar. Se você teve um problema drogas ou álcool, pode ser mais provável a utilização abusiva LYRICA.
1Em ratos, um aumento de um tipo específico de vaso sanguíneo tumor foi observada, mas sem evidência de o mesmo efeito foi observado em estudos com ratos. O significado clínico deste achado é desconhecida. Durante os estudos clínicos em seres humanos, nenhum dos mesmos tipos de tumor foram observados, apesar de alguns novos ou piora-preexistente tumores foram relatados (57 doentes em cada 6.396 doentes-ano). Não é possível saber se esta está ou não relacionada com LYRICA tratamento. Converse com seu médico antes de parar de tomar LYRICA ou qualquer outra medicação por prescrição. LYRICA é uma de várias opções de tratamento para você e seu médico a considerar.
Fonte: www.lyrica.com (em inglês)
Tradução: tradutor google
Como sempre dissemos:
"O que bom para uns, pode não ser bom para outros"
Já é possível a importação deste medicamento, a um preço extremamente elevado... diga-se de passagem.
Porém podemos exigir do governo federal a compra dele. É um direito nosso, e um dever ele. Uma ação na justiça de um grupo grande como o nosso, que realmente resolve aparecer em público para reivindicar, acho difícil de demorar a decisão final do judiciário.
Mas uma ação individual, essa sim... vão anos e mais anos...
O direito é para todos! Claro, todos aqueles que podem e tem a prescrição desta medicação. E é obvio que não são poucos!
Vamos pensar rapidinho nesta idéia? Não dá pra demorar muito...
Advogado nós já temos. Ficaremos com as custas das taxas e custas do processo. Nosso amigo, abriu mão de seus honorários. Não é uma senhora ajuda?
Só reclamar, se deprimir, chorar, perder a motivação, não vai adiantar.
Use essa luta como a motivação.
Eu não gostaria que um ente querido tenha que passar pelo que estamos passando.
Penso em deixar um legado muito melhor para eles. E você?
Bom, agora deixo com vocês!
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
10 passos para conviver com a dor
1 – Assegure-se que compreende que espécie de problema a dor realmente é.
A dor crónica é diferente dos outros problemas médicos, que podem frequentemente ser tratados de modo relativamente fácil e com sucesso. A dor crónica é uma doença complexa, causada e mantida por uma combinação de factores físicos, psicológicos e neurológicos.
Estas causas múltiplas tornam difícil localizar uma causa específica da dor, ou determinar qualquer tratamento. A dor é também frequentemente desacreditada ou mal tratada por causa da bagagem de ideias antiquadas sobre a dor - para o exemplo, a dor cuja causa física é desconhecida é muita vez deficientemente tratada. Isto apesar do facto que o papel dos factores neurológicos signifiquem que a dor pode ocorrer na ausência de causas externas e que tal dor não deve ser ignorada ou considerada anormal.
A instituição médica tem-se esforçado para enfrentar o desafio da dor, e reconhece agora que este problema não pode ser superado sem combinar o contributo de outras disciplinas tais como a psicologia e fisioterapias. A dor é também uma experiência subjetiva que é impossível medir exactamente. A dor envolve uma gama de reações emocionais incluindo ansiedade, medo e depressão.
2 - Aceitação
A dor crónica é tão terrível que às vezes é mais fácil pretender escapar desejando que nunca tenha acontecido, ou em esperar uma cura milagrosa. Embora persistentes, estas reações comuns à dor podem realmente tornar-se numa armadilha. Você necessita enfrentar a realidade de o que aconteceu, e achar maneiras construtivas de tratar dela.
A aceitação significa mais do que apenas intelectualmente saber que você tem a dor, significa na realidade permitir a si própria que sinta a ansiedade, o medo, a raiva e o desgosto que vêm com a dor. A aceitação é um processo que requer progressivamente admitir e reconhecer todos os seus sentimentos, admitir as suas necessidades de ordem física e emocional.
De modo a aceitar e superar as emoções negativas associadas com a dor crónica, você tem que ter segurança e apoio adequados. Segurança significa que tem o controle adequado sobre a sua dor com a combinação correcta de contibutos de tratamento médicos, físicos e psicológicos. Apoio significa que tem o apoio emocional adequado da família e dos amigos, o que lhe dá um sentimento de contenção e segurança.
O produto final da aceitação é dor reduzida, paz interna, menos ansiedade e maior capacidade de lidar com a dor.
3 – Assuma o controlo
Depois de muitos meses ou mesmo anos de dor e de tratamentos falhados, é fácil deslizar em sentir-se desesperada e que nada pode ser feito. Quem sofre de dor é frequentemente vítima de tratamento negativo e é fácil acabar sentindo-se irritada e vitimizada. Existe frequentemente alguma justificação para se sentir assim.
Talvez você não tenha causado a dor, e talvez você não esteja feliz com alguns aspectos do seu tratamento, mas imagine - a vida não é justa. Culpar outros pelos seus problemas, por justificado que seja, transforma-a numa vítima e é como entregar o controlo da sua vida. Você está permitindo a si mesma deixar-se conduzir pelas suas emoções, mas você na realidade tem escolha. Tome o caminho fácil (que não é realmente assim fácil) e simplesmente culpe os outros, ou tome o controlo e obtenha informação, comunique assertivamente com o seu médico, praticando estratégias de gestão da dor tais como exercício regular, regulação do ritmo e relaxamento e gestão de stress.
Você precisa decidir se quer ser uma vítima ou uma sobrevivente, um passageiro ou um condutor. Sua dor é problema seu só, de mais ninguém. Você tem direitos e mesmo responsabilidades como utente de saúde e paciente. Por a dor crónica ser difícil de detectar ou medir, você necessita ser uma participante informada, activa no seu tratamento.
Não tenha medo de fazer perguntas, não tenha medo de dizer ao médico o que pensa e o que quer, não tenha medo de pedir alívio da dor mais forte.
4 – Tenha uma boa relação de trabalho com o seu médico
Um relacionamento aberto e confiante com o seu médico é essencial. Significa poder dizer ao seu médico como se sente, fazer perguntas e sentir-se escutada e compreendida.
O relacionamento do médico-paciente deve ser em dois sentidos. Embora você confie na opinião profissional do seu médico para o tratamento, ele depende de si para obter informação exacta em que baseie as suas decisões. É sua responsabilidade descrever os seus sintomas tão exactamente quanto possível e relatar a respeito dos resultados do tratamento, mesmo se desfaroráveis.
A insuficiente queixa da dor é uma das maiores causas da má gestão da dor. O relacionamento médico-paciente pode ser minado por má comunicação, ignorância, arrogância e medo. Por exemplo, muitas pessoas têm na verdade receio de dizer ao seu médico como se sentem por medo de ser etiquetado como fracas ou queixinhas. Outros pacientes relatam para minimizar a severidade de sua dor porque não querem que o seu médico sinta que falhou!
Devem sentir que pode falar ao seu médico, que ele escuta e a respeita, e que fica satisfeita que ele está a trabalhar competente e completamente no seu interesse. Você tem também o direito a mudar de médico se estiver descontente.
5 – Nunca ignore a dor
No tratamento da dor crónica tornou-se moda recomendar ignorar a dor (depois de as investigações médicas estarem completas) na opinião que é apenas dor e não há nada fisicamente mal.
Esta aproximação representa uma viragem de 180º da velha noção de prescrever descanso acamado, a favor de manter a actividade. A ideia é que a inactividade conduz apenas à depressão e de qualquer modo não ajuda o problema.
Contudo, com determinados tipos de dor, isto pode conduzir a um ciclo de agravamento, privação de sono, exaustão, dor e sofrimento aumentados, particularmente se é alguém que tipicamente ignora a dor (ignorar a dor é naturalmente, o que causa a maioria de lesões de tensão repetitiva). O outro problema de ignorar a dor é que todas as vezes que a dor ocorre, ela deixa uma impressão permanente no seu sistema nervoso, um tipo de “memória da dor”. Estas experiências repetitivas de dor conduzem à super-estimulação do sistema nervoso e da geração de sinais espontâneos da dor, conduzindo a um ciclo de stress e dor. Há assim boas razões para querer evitar a dor, mas mais uma vez, a inactividade total não é resposta. A melhor aproximação é de equilíbrio e com níveis de actividade regulados e evitar o agravamento da dor indevido.
6 – Ter uma aproximação equilibrada da actividade física
Pode se tentador adoptar uma aproximação de “não fazer nada”, na esperança que você possa evitar dor adicional. Como nós indicámos, como a dor crónica é causada em parte por mudanças neurológicas, evitar a actividade não parará a dor. Evitar a actividade conduz também ao enfraquecimento muscular e a um acumular de sub-produtos nos tecidos, que podem realmente exacerbar a dor.
Noutras alturas, pode sentir-se frustrada e forçar-se a terminar tarefas relativamente exigentes (por exemplo aparar a relva) que sabe que lhe irão doer mais tarde. Isto pode fazer com que você tenha que levar dois dias de descanso na cama para recuperar. Esta aproximação “tudo ou nada” é disparatada e ineficaz a longo prazo.
Precisa regular os seus níveis de actividade. Você pode fazer isto sozinha, por experiência, ou com um pouco ajuda externa na forma de ajuda profissional. O apoio e orientação de um profissional de saúde compreensivo são muito desejáveis para manter a motivação e tratar dos medos e obstáculos ao longo do caminho.
7 – Durma!
A perda de sono causada pela dor inadequadamente controlada pode conduzir a um ciclo de fadiga, depressão e irritabilidade. A incapacidade de dormir, ou acordar sentindo-se cansada, são sinais que a sua dor não está a ser controlada correctamente.
Desenvolver um padrão de sono reparador é essencial para lidar com a dor crónica. Melhorar o seu sono dar-lhe-á mais energia e ajudá-la-á a sentir-se mais capaz de defrontar os problemas.
Há muitas coisas que você pode fazer para começar a dormir melhor incluindo relaxar, talvez tomando um banho quente, escutar música ou passar uma cassette de relaxamento antes de ir dormir; auto-hipnose; um bom colchão; postura; medicação; e geralmente uma boa gestão do stress.
8 – Assegure-se que obtém apoio adequado
Muitas doentes de dor crónica tornam-se isolados, alienados de pessoas amadas, colegas de trabalho e sociedade. O apoio social ou emocional inadequados podem conduzir ao isolamento, à depressão, e ao risco aumentado de suicídio. Pessoas que normalmente se orgulham de si rpóprias em ser independentes e não necessitar dos outros estão particularmente em risco.
Infelizmente, as reações negativas dos outros podem desanimar os sofredores crónicos de falar sobre os seus problemas ou procurar ajuda. As reacções não-apoiantes de pessoas em que você pensava que podia confiar podem ser muito decepcionantes, é outra coisa que cai no saco da “vida não ser justa”.
A realidade é que está fora de questão esperar poder lidar sozinha com uma doença crónica que lhe rouba a capacidade de amar, brincar e trabalhar. Ter o apoio emocional adequado aumenta extremamente a sua capacidade de resistir.
Falar com a família e amigos próximos é vital. Uma conversa da família com o seu médico ou psicólogo pode também ajudar permitindo aos outros aprender mais sobre o seu estado e falar sobre as coisas num ambiente neutro.
9 – Não espere que as pessoas que não têm dor compreendam como é.
É frustrante irritante quando os outros parecem não compreender. Entretanto, como os pacientes de dor crónica não têm frequentemente nenhuma lesão visível, é fácil para a família e amigos, em especial as crianças, esquecer-se de que há qualquer coisa mal. Podem também “esquecer-se” porque é difícil para eles ter que viver com o conhecimento que uma pessoa amada está em dor.
Assim não espere que as pessoas que não têm dor compreendam como é e esteja preparada para ter que lembrar aos outros as suas limitações. Das crianças em especial não se pode esperar que compreendão as implicações de uma condição como a dor crónica. É uma lição que terá que ser repetida muitas vezes.
10 – Perdoar a si próprio
A perda de capacidades de trabalho, amor e prazer causadas pela dor crónica pode criar sentimentos de culpa e fracasso. Torne-se ciente de suas próprias expectativas, e de todos os sentimentos de vergonha ou culpa e examine-os criticamente. O mais provável é você não ter pedido para ter dores.
Os sentimentos reprimidos de vergonha conduzem ao ressentimento e emergem mais tarde como raiva. Sentir-se culpada pode ser também uma forma subtil de auto-inulgência - quando se mete em auto-culpar-se, você está na realidade a nadar em pena de si própria..
Perdoar e deixar partir a culpa será mais fácil se você escolher uma aproximação proactiva e adoptar estes 10 Passos.
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
NADA ACONTECE POR ACASO... SÓ TEMOS A AGRADECER A DEUS!!!

Muitas vezes acontecem momentos que não podemos explicar.
Tive acontecimentos que foram penosos, difíceis. Não conseguia explicá-los.
Meu pai, um homem cuja comunicação era complicada, truncada... difícil mesmo, entrou nos 45 minutos dos segundo tempo para me ajudar.
Resolveu encontrar um amigo, um advogado especialista em direito previdenciário que pudesse me ajudar nas questões mais difíceis. E ele encontrou.
Nos reunimos. E ele já montou nova estratégia para solucionar as questões. Mas o poder judiciário no Brasil é uma caixinha de surpresas. Boas intenções muita gente tem, mas eles dão de cara com a porteira fechada quando chega no judiciário.
Mas... de tudo isso, conheci esse novo advogado, o Dr. João Carlos da Silva...que durante nossa conversa... falei sobre nosso trabalho na ABRAFIBRO, ele não pensou duas vezes... abraçou a nossa causa.
Então pessoal, dúvidas previdenciárias (INSS)... escrevam para o email do Dr. João Carlos:
profjoaocarlos@gmail.com
Seja objetiva nas perguntas, MUITO OBJETIVA!!!
Lembre-se de que ter a documentação para comprovação do que você solicita é muito importante.
Dr. João Carlos é Pós Graduado em Direito Trabalhista e Previdenciário, Público, Penal, Civil, e é Professor de Pós Graduação também.
Ele irá nos ajudar a regularizar a ABRAFIBRO também, que é nosso grande sonho.
Além de outras questões, que em breve eu poderei aqui escrever.
Nada acontece por acaso... para tudo existe um grande motivo.
Nisso eu acredito.
Obrigada Senhor! Continue a abençoar a todos aqueles que nos ajudam a continuar esse trabalho árduo e difícil, de maneira destacada, ou por detrás das cortinas... não importa... são nossos fiéis colaboradores.
Sem eles nada seria possível.
Mais um ano de luta que estamos iniciando, e já iniciando com tantos ganhos.
Obrigada Senhor!
Queremos continuar a plantar amor, caridade e humildade.
Os frutos? O Senhor é quem nos dá!
sábado, 7 de fevereiro de 2009
COMO ADQUIRIR LYRICA - NOVO MEDICAMENTO PARA FIBROMIALGIA E O CUSTO DO TRATAMENTO

A ABRAFIBRO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS, continua a receber muitos depoimentos bem tristes e deprimentes, como também inúmeras reclamações em relação ao tratamento por parte dos peritos do INSS, os quais continuam tratando os pacientes fibromialgicos com falta de respeito, ignorando a falta de condições físicas, emocionais e psicológicas que
impedem os pacientes de exercerem suas atividades laborais, sendo que muitos têm recebido alta, acabam entrando com recursos, ficando sem trabalhar, portanto sem receber o salário benefício, e consequentemente ficando também sem condições de adquirirem os medicamentos necessários.
O custo da Fibromialgia é alto, desde que a doença não seja tratada imediatamente, pois quanto mais demorar o diagnóstico, maior será a quantidade de medicamentos para amenizar as dores e os sintomas e também o tratamento multidisciplinar, como a fisioterapia, psicoterapia e outras necessidades.
A esperança entre os portadores da fibromialgia com a chegada desse novo medicamento é grande, todos estão a esperar para experimentar essa nova droga, confiando que a pregabalina poderá amenizar o sofrimento dessa doença tão mal compreendida, apesar de já existir a tanto tempo.
http://reinehr.org/en/medicina/novo-medicamento/pregabalina-lyrica-a-fibromialgia-agora-tem-remedio-2
“A Fibromialgia, enfermidade que causa fadiga crônica, dores musculares difusas e rigidez, finalmente conta com um tratamento eficaz. A pregabalina, de nome comercial Lyrica, produzida pelo laboratório Pfizer, foi aprovada pelo Food and Drug Administrator nos Estados Unidos no meio de 2007 e trata-se da melhor opção existente na atualidade para o tratamento dos sintomas da Fibromialgia.
Sabidamente, a Fibromialgia é uma doença incapacitante que até o momento não possui cura ou tratamento definitivo. A pregabalina conseguiu demonstrar em um estudo (Pregabalin improves pain associated with fibromyalgia syndrome in a multicenter, randomized, placebo-controlled monotherapy trial. Crofford, L. et al. Arthritis and Rheumatism 2002, 46 (supplement 9) S613)a redução em mais de 50% da dor em 29% dos pacientes que a utilizaram em monoterapia (ou seja, sem uso concomitante de outras medicações), comparado a apenas 13% dos pacientes que utilizaram placebo.
Se olharmos o número absoluto (29%), podemos ver que somente um terço dos pacientes que tomaram a medicação tiveram benefícios, mas é importante salientar que o tratamento da Fibromialgia não é feito somente com uma medicação. É necessário que os pacientes mantenham-se em um programa de reabilitação física, com acompanhamento psicológico ou psiquiátrico além de outras medicações para a dor.
Além do tratamento da Fibromialgia, o Lyrica também pode ser utilizado para o tratamento de dor neuropática periférica, como aquela que acontece em diabéticos ou secundária ao herpes zoster e da dor neuropática central, como aquela sentida por pacientes com lesão da medula espinhal. Ainda é passível de ser utilizado em pessoas com crises convulsivas parciais como complemento ao tratamento anti-epilético já em uso, quando este não está sendo eficaz. Ainda, é útil nos casos de ansiedade generalizada, já que trata-se também de um bom estabilizador do humor.
É importante ressaltar que é uma medicação de uso controlado e só pode ser obtida após consulta e prescrição médica. Dúvidas sobre o tratamento, a dose atual para utilizar e outras dúvidas devem ser tiradas com o seu médico no momento da consulta
”http://reinehr.org/en/medicina/novo-medicamento/pregabalina-lyrica-a-fibromialgia-agora-tem-remedio-2
Costumam dizer que:
“ A fibromialgia não é incapacitante. O paciente fibromiálgico não é um incapaz e não deve ser rotulado desta maneira. Há importante limitação da função e qualidade de vida nos pacientes não tratados, mas não há incapacidade ou deformidade. A pregabalina é, realmente, muito boa para a fibromialgia. No entanto, não é a melhor droga. Já existe outra droga aprovada pelo FDA para a doença e disponível no Brasil. Mas o melhor tratamento para a fibromialgia ainda é a abordagem multidisciplinar, procurando adaptar, a cada paciente, o melhor tratamento.”
Mas nós, pacientes da Sindrome da Fibromialgia não podemos concordar com o fato da fibromialgia não ser incapacitante, pois a maioria dos portadores se encontram acamados, com dificuldades para pequenos movimentos, como um simples banho, pentear os cabelos, fazer caminhadas, tomar sol, pegar um ônibus, tendo poucas energias e forças para tanto, apesar de parecermos pessoas que não temos absolutamente nada, pois não há curativos e nem cortes pelo corpo, mas estamos incapacitados sim, na maioria, mesmo que não deformados, sendo que alguns de nós usamos bengala, andador e até mesmo a cadeira de rodas, pois as dores são extremamente insuportáveis e o tratamento multidisciplinar requer energia, disciplina, o que as dores impedem totalmente, não há como suportar tantas idas e vindas a hospitais, a Dor é coisa séria, a dor faz com que a maioria dos fibromialgicos não tenham condições de sequer fazer as suas necessidades diárias de higiene, a maioria que sente dor não tem força para sair de casa, receber visitas, fazer viagens, se divertir, portanto, imaginem ter que seguir um horário todos os dias para trabalhar.
Nese mesmo momento, acabo de acordar, depois de uma noite de insônia, com dores, diarréia e dificuldades para urinar, portanto só posso chamar essa enfermidade de incapacitante, séria, devastadora, cruel, uma doença que rouba nossas energias e vida, portanto deveria ser imediatamente tratada como uma DOENÇA SÉRIA, QUE PARECE SER PROGRESSIVA, ONDE AS DORES E SINTOMAS SÃO EQUIVAMENTES AS DORES ONCOLÓGICAS.
COMO ADQUIRIR O MEDICAMENTO LYRICA (PREGABALINA)
Fui em uma as minhas consultas de rotina com a Dra. ROSELI LOPES BERTINI – CRM 69579 – CLÍNICA DA DOR em Santos/SP anestesiologista e especialista em dores crônicas, como também umas das minhas médicas que cuida das minhas enfermidades, sendo duas delas a Sindrome da Fibromialgia e a Fadiga Crônica, e fui então comunicada que havia como importar o medicamento Lyrica, sendo então que ela me deu a Receita Médica do Lyrica de 300 mg, sendo que terei que tomar ½ (meio) comprimido ao dia.
Portanto, já estou com a Receita Médica em mãos, e precisei então entrar em contato com a importadora, para fazer a solicitação do medicamento Lyrica 300mg
Após ter a Receita Médica em mãos, o paciente deve se comunicar com
MEDIC SUPPLY & SERVIÇOS LTDA
Rua Machado Bittencourt número 361, conj. 504 – Vila Clemente
CEP. 04044-001 – São Paulo – SP
Telefone: (11) 5085-5856
MERCADO LIVRE (outros meios de de adquirir o medicamento)
http://lista.mercadolivre.com.br/pregabalina_DisplayType_G
O medicamento é importado da Europa ou dos Estados Unidos, e o preço do medicamento varia dependendo o preço do dólar.
Então ontem, dia 06/02/2009, fiz um telefonema e falei com a Sra. Andréia
Pedi o orçamento e outras informações necessárias para adquirir o medicamento, sendo que pelo preço do dólar ontem, uma caixa do medicamento Lyrica contendo 56 compriimidos ficaria num valor de mais ou menos
R$ 988,00 (novecentos e oitenta e oito reais) e a forma de pagamento pode ser feita em duas partes, sendo a metade paga com Cartão de Crédito Internacional, com o valor em dólar, e a segunda parte pode ser paga em reais.
Em resumo, o preço do medicamento depende do valor do dólar e a metade do seu preço é paga em dólar e a outra medade em reais.
Se eu tivesse adquirido o medicamento ontem, eu teria pago a importância então de mais ou menos
R$ 988,00, uma caixa com 56 comprimidos, sendo que tomaria ½ comprimido ao dia, portanto a caixa representaria uma quandidade de medicamentos para 112 dias, ou seja, dividido por 30 dias, o medicamento daria para um período de 3, 73 meses mais ou menos, que significa um período de 3 meses e 22 dias aproximadamente
Se a caixa de comprimidos me renderia 112 doses, estaria pagando por cada ½ comprimido, ou por cada dose, e o valor de cada dose (½ comprimido) seria de R$ 8,82, portanto teria um gasto com o medicamento Lyrica para um mês de
R$ 264,64 (duzentos e sessenta e quatro reais e sessenta e quatro centavos)
ATENÇÃO: O PREÇO SERIA ESSE CONSIDERANDO O VALOR DO DOLAR NO DIA 06/02/2009 (R$ 2,28)
A transação para conseguir comprar e adquirir esse medicamento é um pouco demorada, sendo que no momento, está sendo importado da Europa, o que dificulta as negociações e o tempo de espera pelo medicameto chega a quase vinte dias, sendo necessária conversações por telefone, fax, e outros em relação a documentos, como RG, CPF, Cartão de Crédito Internacional, documento liberado por despachante da empresa e outros.
MENSAGEM PARA TODOS OS PORTADORES DA SINDROME DA FIBROMIALGIA E FADIGA CRÔNICA:
O Departamento de Estatísticas e Pesquisas da ABRAFIBRO – ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIALGICOS convoca nesse momento os pacientes dessas enfermidades a entrarem em contado através do endereço eletrônico
depe.abrafibro@hotmail.com, para fazerem o CADASTRO NACIONAL DOS PORTADORES DA SÍNDROME DA FIBROMIALGIA, sendo que muitos já responderam as duas primeiras perguntas do QUESTIONÁRIO DA PESQUISA, que na realidade contém as vinte perguntas necessárias para que possamos, através de números, provar as reais necessidades dos Portadores da Sindrome da Fibromialgia.
Eu, Maria Cristina Quintana Ribeiro Garcia, faço parte da equipe da ABRAFIBRO, costumo ter crises violentas e sintomas insuportáveis como todos os fibromiálgicos na sua maioria, mas Graças a Deus, posso trabalhar na horizontal (deitada no leito) e continuarei trabalhando com todo empenho pela causa dos FIBROMIALGICOS, principalmente por estar no nível mais avançado da enfermidade, tendo energia no momento apenas para tomar um banho ou ir nas consultas médicas, e como sou Professora Universitária de Matemática e Estatística, acredito ter os conhecimentos mais do que necessários para continuar com o trabalho que já está em andamento, sendo infelizmente interrompido por um período, devido a problemas dos sintomas da fibromialgia, cujas dores e sintomas não deformam, mas INCAPACITAM O PACIENTE, ROUBANDO O NOSSO DIREITO DE VIVER, DE IR E VIR E DE PODER REALIZAR TAREFAS NORMAIS DO DIA A DIA.
PRECISAMOS URGENTEMETE LUTAR E FAZER UM DOCUMENTO PARA OS AGENTES DO GOVERNO PARA QUE VEJAM A SINDROME DA FIBROMIALGIA COMO UMA DOENÇA TÃO GRAVE QUANTO AO CÂNCER, AIDS, TUBERCULOSE, POIS OS MEDICAMENTOS SÃO CAROS, O TRATAMENTO É MULTIDISCIPLINAR, A MAIORIA DOS PACIENTES ESTÃO TENDO DIFICULDADES ATÉ DE TER O DIREITO DE SE TRATAREM, SENDO QUE A MAIORIA PRECISA DE NO MÍNIMO AFASTAMENTO POR TEMPO INDETERMINADO OU NECESSÁRIO PARA SE RECUPERAREM OU CONSEGUIREM UMA QUALIDADE DE VIDA MELHOR.
TODOS OS MEDICAMENTOS DEVERIAM SER CEDIDOS PELO GOVERNO, POIS COM CERTEZA A MAIORIA NÃO TEM A MÍNIMA CONDIÇÃO DE ARCAR COM O CUSTO DA FIBROMIALGIA, QUE É MUITO CARO, E QUE PARA OS CASOS DE NÍVEL 2, NÃO MELHORAM COM TYLENOL, AMITRIPTILINA EM DOSES PEQUENAS, É NECESSÁRIO UMA QUANTIDADE E VARIEDADE DE MEDICAMENTOS QUE SÃO MAIORES QUE O SALÁRIO MÍNIMO ATUAL.
SOBRE O CUSTO DA FIBROMIALGIA, ESSES DADOS JÁ ESTÃO PRONTOS E FEITO OS CÁLCULOS PARA CASOS GRAVES, E SERÁ POSTADO EM BREVE, POIS ALÉM DOS MEDICAMENTOS, SÃO NECESSÁRIOS PSICOLOGOS, PSIQUISATRAS, FISIOTERAPIA.
ESTAMOS CANSADOS DE OUVIR QUE OS MEDICAMENTOS SÃO CEDIDOS PELO GOVERNO, PELO SUS, E ISSO NÃO É VERDADE, POUCOS MEDICAMENTOS SE CONSEGUE ATRAVÉS DO SUS, E ALGUNS SÃO O DIAZEPAN, A AMITRIPTILINA E OUTROS, SENDO QUE PARA RECEBER ESSES POUCOS MEDICAMETOS PRECISAM PERCORRER UMA MARATONA TERRÍVEL EQUE NA REALIDADE SÃO OS QUE TÊM O MENOR PREÇO E MENOR CUSTO, E QUE NÃO ALIVIAM AS DORES DOS PORTADORES DESSA SÍNDROME TÃO DEVASTADORA, UMA ENFERMIDADE EXTREMAMENTE SÉRIA, QUE NOS ROUBA A VIDA, A ENERGIA, NO INCPACITA PARA O TRABALHO, E ISSO PODE SER PROVADO.
PORTANTO, QUERIDOS “AMIGOS DE DOR”, NESSE ANO DE 2009 TEREMOS NÃO SÓ LAMENTAÇÕES, DEPOIMENTOS, PEDIDOS E SOFRIMENTOS, TEREMOS
ATITUDES, ATITUDES, ATITUDES, pois se nos ajudarmos mutuamente, ao menos pela internet, através das comunidades e dos blogs e sites ligados as dores crônicas e a fibromialgia, conseguiremos com certeza FAZER A DIFERENÇA, POIS A FIBROMIALGIA PODE SER INVISÍVEL, MAS NÓS PACIENTES NÃO!!!
http://reinehr.org/en/medicina/novo-medicamento/pregabalina-lyrica-a-fibromialgia-agora-tem-remedio-2
http://ultimosegundo.ig.com.br/new_york_times/2008/01/14/novo_medicamento_oferece_esperanca_para_o_tratamento_de_doenca_polemica_1150128.html
http://www.ms-gateway.com.pt/forum/topic/multiple-sklerose-ressonancialyrica-17450.htm
http://blog.estadao.com.br/blog/revista/?title=remedio_para_a_fibromialgia&more=1&c=1&tb=1&pb=1
http://osteopatia-aartedotoque.blogspot.com/2008/03/lyrica-pregabalina.html
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
MITOS E REALIDADES NA FIBROMIALGIA- NOVA PALESTRA NA UNIFESP

Mitos e Realidades
na Fibromialgia
Palestrante: Dr. Roberto Heymann, Reumatologista chefe do Ambulatório de Fibromialgia da UNIFESP
Dia: 03/02/2009 Horário: 19h00
Local: Anfiteatro Clóvis Salgado
Endereço: Rua Botucatu, 862 - São Paulo - SP - Edifício de Ciências Biomédicas
Nas imediações do Metrô Santa Cruz/Shopping Santa Cruz
Até lá!













