Seja Bem Vindo ao Universo do Fibromiálgico

A Abrafibro - Assoc Bras dos Fibromiálgicos traz para você, seus familiares, amigos, simpatizantes e estudantes uma vasta lista de assuntos, todos voltados à Fibromialgia e aos Fibromiálgicos.
A educação sobre a Fibromialgia é parte integrante do tratamento multidisciplinar ao paciente. Mas deve se extender aos familiares e amigos.
Conhecendo e desmistificando a Fibromialgia, todos deixarão de lado preconceitos, conceitos errôneos, para darem lugar a ações mais assertivas cem diversos aspectos, como: tratamento, mudança de hábitos, a compreensão de seu próprio corpo. Isso permitirá o gerenciamento dos sintomas, para que não se tornem de difícil do controle.
A Fibromialgia é uma síndrome, é real e uma incógnita para a medicina.
Pelo complexo fato de ser uma síndrome, que engloba uma série de sintomas e outras doenças - comorbidades - dificulta e muito os estudos e o próprio avanço das pesquisas.
Porém, cientistas do mundo inteiro se dedicam ao seu estudo, para melhorar a qualidade de vida daqueles por ela atingidos.
Existem diversos níveis de comprometimento dentro da própria doença. Alguns pacientes são mais refratários que outros, ou seja, seu organismo não reage da mesma forma que a maioria aos tratamentos convencionais.
Sim, atualmente compreendem que a síndrome é "na cabeça", e não "da cabeça". Esta conclusão foi detalhada em exames de imagens, Ressonância Magnética Funcional, que é capaz de mostrar as zonas ativadas do cérebro do paciente fibromiálgico quando estimulado à dor. É muito maior o campo ativado, em comparação ao mesmo estímulo dado a um paciente que não é fibromiálgico. Seu campo é muito menor.
Assim, o estímulo dispara zonas muito maiores no cérebro, é capaz de gerar sensações ainda mais potencialmente dolorosas, entre outros sintomas (vide imagem no alto da página).
Por que isso acontece? Como isso acontece? Como definir a causa? Como interromper este efeito? Como lidar com estes estranhos sintomas? Por que na tenra infância ou adolescência isso pode acontecer? Por que a grande maioria dos fibromiálgicos são mulheres? Por que só uma minoria de homens desenvolvem a síndrome?
Estas e tantas outras questões ainda não possuem respostas. Os tratamentos atuais englobam antidepressivos, potentes analgésicos, fisioterapia, psicoterapia, psiquiatria, e essencialmente (exceto com proibição por ordem médica) a Atividade Física.
Esta é a parte que têm menor adesão pelos pacientes.
É dolorosa no início, é desconfortante, é preciso muito empenho, é preciso acreditar que a fase aguda da dor vai passar, trazendo alívio. Todo paciente precisa de orientação médica e/ou do profissional, que no caso é o Educador Físico. Eles poderão determinar tempo de atividade diária, o que melhor se adequa a sua condição, corrige erros comuns durante a atividade, e não deixar que o paciente force além de seu próprio limite... Tudo é comandado de forma progressiva. Mas é preciso empenho, determinação e adesão.

Quer saber o que é FIBROMIALIGIA? Leia na coluna à sua esquerda.

Seja bem vindo ao nosso universo, complexo, diferente, invisível... mas é preciso lembrar que o Fibromiálgico não é invisível, e seus sintomas são reais.
Respeite o fibromiálgico!
Nem tudo que você não vê, você desacredita...
Com a fibromialgia não é diferente.
Ela é uma das síndromes ou doenças invisíveis.
Nenhum paciente escolhe ser fibromiálgico.
Carinho, respeito, apoio, entendimento, ações e benefícios governamentais e harmonia ajudam e muito... depende da sociedade, dos familiares, dos amigos.
Os órgãos governamentais que insistem em desmerecer e desrespeitar o paciente, e para mudar este quadro é que JUNTOS estamos lutando. Faça sua parte também.
Não seja você apenas mais um nesta lista. Você pode fazer a diferença. #JuntosSomosMaisFortes
Agradecemos sua atenção.
Boa Leitura!

Sandra Santos -
Diretora Geral e Fundadora
ABRAFIBRO - ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DOS FIBROMIÁLGICOS

TRADUTOR

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

VAMOS ENROLAR A LÍNGUA

Vamos relaxar, rir e aumentar a endorfina? ? ?

Vale a pena tentar... pelo menos!


VAMOS ENROLAR A "LÍNGUA"

FÁCIL

1. Xuxa! A Sasha fez xixi no chão da sala.
2. O rato roeu a roupa do rei de Roma. A rainha com raiva resolveu remendar.
3. Três pratos de trigo para três tigres tristes.
4. O original nunca se desoriginou e nem nunca se desoriginalizará.
5. Qual é o doce que é mais doce que o doce de batata doce? Respondi que o doce que é mais doce que o doce de batata doce é o doce que é feito com o doce do doce de batata doce.

MÉDIO

1. Sabendo o que sei e sabendo o que sabes e o que não sabes e o que não sabemos, ambos saberemos se somos sábios, sabidos ou simplesmente saberemos se somos sabedores.
2. O tempo perguntou pro tempo qual é o tempo que o tempo tem. O tempo respondeu pro tempo que não tem tempo pra dizer pro tempo que o tempo do tempo é o tempo que o tempo tem.
3. Embaixo da pia tem um pinto que pia, quanto mais a pia pinga mais o pinto pia!
4. A sábia não sabia que o sábio sabia que o sabiá sabia que o sábio não sabia que o sabiá não sabia que a sábia não sabia que o sabiá sabia assobiar.

DIFÍCIL

1. Num ninho de mafagafos, cinco mafagafinhos há! Quem desmafagafizá-los, um bom desmafagafizador será.
2. O desinquivincavacador das caravelarias desinquivincavacaria as cavidades que deveriam ser desinquivincavacadas.
3. Perlustrando patética petição produzida pela postulante, prevemos possibilidade para pervencê-la porquanto perecem pressupostos primários permissíveis para propugnar pelo presente pleito pois prejulgamos pugna pretárita perfeitíssima.
4. Não confunda ornitorrinco com otorrinolaringologista, ornitorrinco com ornitologista, ornitologista com otorrinolaringologista, porque ornitorrinco, é ornitorrinco, ornitologista, é ornitologista, e otorrinolaringologista é otorrinolaringologista.
5. Disseram que na minha rua tem paralelepípedo feito de paralelogramos. Seis paralelogramos tem um paralelepípedo. Mil paralelepípedos tem uma paralelepipedovia. Uma paralelepipedovia tem mil paralelogramos. Então uma paralelepipedovia é uma paralelogramolândia?

Dor – o quinto sinal vital


Dor – o quinto sinal vital



É com um misto de felicidade e cautela que venho acompanhando as notícias sobre tratamento da dor depois da decisão do Conselho Federal de Medicina de tornar a medicina da dor uma especialidade.
Indubitavelmente um avanço importante para a classe de médicos intervencionistas e para milhares de pessoas que poderão se beneficiar no futuro quando estes novos profissionais de dor forem treinados.
Haja visto que, há mais de dez anos a Sociedade Americana de Dor declarou a avaliação da dor o quinto sinal vital, colocando-o no mesmo patamar da temperatura corporal, pressão arterial, pulso e respiração, aqui no Brasil ainda caminhamos a passos lentos para a universalização do alívio da dor em nossos serviços de atendimento à saúde. Quantos são os médicos que utilizam a Escala Visual Numérica, a mais simples, para avaliar a dor quando presta assistência ao paciente?
Vamos conhecer um pouco mais a história da questão. Em 1995, a Associação Médica Mundial sobre os Direitos dos Pacientes emitiu a Declaração de Lisboa falando do Direito à Dignidade, do Direito a não ter Dor. Um ano mais tarde nos EUA foi preconizada e regulamentada como o quinto sinal por proposta da Sociedade Americana de Dor. Tornou-se lei o direito de todos os pacientes serem assistidos na dor.
E assim como o quinto sinal vital, não basta reconhecer mais um especialidade e parar por aí.
É preciso, acima de tudo, fazer valer esse direito universal do paciente de ser assistido na sua dor, concretizando-o no nosso país mediante a implementação de uma legislação abrangente. É preciso que os planos de saúde reconheçam isso e que ofereçam cobertura para terapias de dor.
Ao contrário do que muitos pensam, tratar a dor não é dinheiro jogado fora; é dinheiro público que seria destinado à promoção de saúde ao invés de gastos com tratamento de dor curativo. E nas empresas privadas, oferecer tratamento de dor para seus funcionários significa um ganho no final do dia no que diz respeito ao absenteísmo e o custo que gera para uma empresa.
Cito dois exemplos: 1) o paciente pós-cirúrgico. Se for tratado para dor antes de sentí-lo, teria muito mais efeito e demandaria muito menos recursos do que se for tratado quando a dor se instalar, além de poupá-lo de sofrimento psicológico desnecessário; 2) o funcionário administrativo que sente dores todos os dias por ficar sentado muitas horas numa mesma posição. Com o tempo esta dor se torna crônica e o tratamento de um funcionário doente custará mais do que a prevenção praticada logo no início.
É preciso que o colega médico abrace esse novo conceito da dor, preconizado mais de uma década atrás. Há muito ainda a ser feito nas escolas de medicina na formação do médico, imbuíndo-o desde então com o conceito de tratamento preventivo de dor, não meramente curativo.
Pacientes também têm de ser instruídos com relação à sua participação ativa no tratamento de sua dor, e no processo adquirir novas formas de encarar a dor. Na formulação de um plano de tratamento, o médico precisa levar em conta o sistema de valores/crenças individuais. Cada paciente tem de tomar uma postura participativa no seu tratamento, não somente seguir instruções passivamente.
Nas últimas semanas, revistas de renome publicaram especiais sobre o assunto, que é a bola da vez. Acho excelente, como disse na semana passada, e penso que agora a dor está tendo o destaque que sempre mereceu; no entanto, explicações sobre dor e diagnósticos à parte, há muito ainda a ser dito sobre o arsenal de terapias minimamente invasivas disponíveis em centros de dor, como por exemplo a radiofrequência pulsada e convencional, sobre como funciona uma equipe interdisciplinar e a importância disso para o paciente.
Tudo isso remete a dez anos atrás, na época em que eu e meu parceiro Dr. Fabrício Dias Assis começamos a nossa jornada na dor, muitos encaravam a área com ceticismo; mas, por nenhum momento paramos de acreditar que um dia o controle da dor teria o destaque que está tendo hoje. Trabalhamos duro aqui no Brasil, e no estrangeiro, para disseminar as inovações e as técnicas minimamente invasivas, aprendendo com uns, ensinando a outros, compartilhando com mais alguns. Em 2009, junto com Dr. Carlos Tucci, montamos nosso centro de dor, Singular, em Campinas.
Levou dez anos para a área ser reconhecida como especialidade. Assim como naquela época acreditamos no crescente sucesso da nossa especialidade, seguimos hoje na crença de que um dia ainda veremos o quinto sinal vital ser levado tão a sério quanto os outros quatro.
E nessa nota termino. Que não haja somente um tratamento superficial da dor em todos os sentidos. Que o público reivindique esse direito, que meus colegas profissionais de saúde exijam que seja aplicado, e que os pacientes que sofrem as dores, em cada canto do Brasil, tenham o direito ao alívio da sua dor.

Sobre o autor: Doutor Charles Oliveira
títulos e afiliações
Anestesiologista (1996) e médico intervencionista da Dor, com certificado na área de atuação em dor pela Associação Médica Brasileira (2002).
Fellow of Interventional Pain Practice -WIP (World Institute of Pain)(1997)
Membro da American Society of Interventional Pain Practice (ASIPP)
Membro do Grupo de Intervencionismo de Dor do Hospital Israelita Albert Einstein.

terça-feira, 30 de agosto de 2011

ENTREVISTA AO PORTAL REUMATOGUIA



“QUEM TEM DOR TEM PRESSA

Última atualização: 29/08/2011
Por Daya Lima

Todo mundo tem dor. Isso é normal na vida de milhões de pessoas. Mas, quando a dor é generalizada e começa a comprometer outros fatores, há de se preocupar. O nome dessa dor crônica, ainda mal vista por muitos especialistas e, principalmente, pela população, é Fibromialgia, doença reumática que acomete milhares de pessoas. Para entender melhor a doença, fomos buscar uma paciente-especialista no assunto. Sandra Santos, 50, que há seis anos foi diagnosticada com fibromialgia, resolveu externar sua dor e dar suporte para outras pessoas que também sofrem do mesmo mal. Montou, virtualmente, a ABRAFIBRO – Associação Brasileira dos Fibromiálgicos. Para alcançar mais gente nesta empreitada, é a mais nova colunista do Portal Reumatoguia. Vamos conhecê-la melhor.



Reumatoguia – Sandra, como estava quando foi diagnosticada com Fibromialgia?
Sandra – Com muitas dores, claro. Eu tinha os sintomas desde a infância, mas, só aos 44 anos que fui diagnosticada com a doença. Até então, sempre sofri com dores generalizadas e não sabia de onde elas vinham.
Reumatoguia – Você sofreu muito preconceito durante o processo de diagnóstico?
Sandra – O preconceito faz parte da vida de quem tem fibromialgia. Ora por parte dos médicos, ora por parte da população em geral. Temos que saber lidar com esse fator a mais. Às vezes, nós mesmos somos preconceituosos, achando que realmente nossas dores são psicológicas, mas, não são.

Reumatoguia – E como lidou com essa situação?
Sandra – Não muito bem, mas, agora, sou mais forte. É difícil você ouvir das pessoas que você não tem nada e que tudo está na sua cabeça. Não é fácil entender que você mesmo não cria essa dor. Só depois, entendendo mais sobre a doença é que se convive melhor com ela.

Reumatoguia – E foi por isso que resolveu abrir a ABRAFIBRO?
Sandra – Foi nossa maior motivação. Digo nossa porque não abri sozinha, tive ajuda de outros parceiros que foram se perdendo pelo caminho. Hoje, faço 80% do atendimento, mas, conto com ajuda de muita gente boa.

Reumatoguia – Como é o trabalho desenvolvido por vocês?
Sandra – Trabalhamos sob quatro vertentes: orientação, informação, apoio e acolhida. E tudo isso feito pelo meio virtual. A ABRAFIBRO não é uma associação consolidada, trabalhamos via internet e tentamos ajudar as pessoas nas suas maiores necessidades. Aqui no litoral (a associação é do Litoral Sul de São Paulo) não temos muito suporte quando o assunto é fibromialgia e, por consequência, os diagnosticados com a doença não sabem o que têm e, com isso, não lidam bem com fibro. E é nessa toada que vivemos.

Reumatoguia – Quais são as necessidades mais comuns dos pacientes da sua região?
Sandra – Com certeza a falta de especialistas. As pessoas vão para o SUS e não conseguem ser atendidas com rapidez. Quando conseguem marcar consulta, é bem demorada. E quem vive com dor tem pressa, precisa de um atendimento rápido, mais humanizado. Aqui também falta uma medicina multidisciplinar para atender os pacientes fibromiálgicos. Não é só remédio, precisamos de atenção psicológica, fisioterapia, etc. Mas, sei que isso é um problema do país todo e não uma particularidade nossa.

Reumatoguia – E que de forma ajudam esses pacientes, especificamente?
Sandra – Além de darmos apoio psicológico, tentando o inserir em um grupo, fazemos o que podemos para que seus direitos sejam cumpridos. Damos, na medida do possível, apoio jurídico e médico também. O auxílio médico que damos é em relação à artigos que recebemos e lemos que tenha base e fonte confiável. Falamos da nossa experiência. O jurídico é da mesma forma, tudo com base na nossa experiência pessoal. Tentamos mostrar o caminho mais curto para que a pessoa resolva seu problemas, mas sem ajuda de uma advogado.

Reumatoguia – Você acha que este tipo de trabalho tem melhorado a qualidade de vida das pessoas?
Sandra – Tenho certeza. Quando elas entram no site e veem que outras pessoas também têm a doença não se sentem mais estranhas. Depois, começam a compartilhar dor, dúvidas, ansiedades, medos e conseguem lidar melhor com tudo isso. O que temos visto nestes três anos de atuação (a ABRAFIBRO foi aberta em 2008) é que os resultados são muito positivos. Compartilhando a dor ela se torna menor e isso gera mais ânimo e mais motivação para continuar a vida. Não adianta se conformar, tem que ir atrás, lutar e, se possível, ajudar outras pessoas. Todo esse trabalho tira o foco da dor e nos faz sentir bem melhor. Ajudar é um santo remédio.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

FIBROMIALGIA - TEMPERAMENTO FORTE?

FIBROMIALGIA: TEMPERAMENTO FORTE? 

 Parte I por Martha Mendes - harmoniatc@harmoniatc.pro.br

 O segredo da saúde da mente e do corpo está em não lamentar o passado, em não se afligir com o futuro e em não antecipar preocupações; mas está no viver sabiamente e seriamente o presente momento. (Buda) A visão de homem, além do corpo físico, fez-me pensar na dor relatada pelas pessoas portadoras de fibromialgia. Quando apareceu, em meu consultório, o primeiro cliente com este diagnóstico, fiz a entrevista e algo em especial chamou-me a atenção: “ninguém entende a minha dor, acham que eu exagero”, disse a cliente. Então, resolvi fazer a bioeletrografia (sistema fotográfico especial que permite ao terapeuta avaliar o processo psicobiodinâmico - energia vital e fluxo de energia - registrando, em foto, a ionização de gases, vapores e outros fluídos específicos, resultantes do metabolismo, celular emanados das células através da pele, mais precisamente na ponta dos dedos). Isso foi em 2004. O filme levou alguns dias para a revelação, mas as fotos não apresentavam nenhum sinal de dor (a bioeletrografia é capaz de registrar a dor física). Fiquei intrigada, já que a cliente estava, efetivamente, em crise de dor e, em seu desespero, causado pela dor, tinha os olhos cheios de lágrimas. Busquei informar-me, inteirar-me mais sobre a fibromialgia. E todos os sintomas característicos, pela visão da psicossomática, levaram-me a pensar num temperamento forte.
 A partir de 2004, outras pessoas, com o mesmo diagnóstico, foram aparecendo no consultório e resolvi fotografar o fluxo de energia produzido por elas mesmas. Qual não foi minha surpresa quando notei que as fotos eram todas muito semelhantes. Era, no mínimo, algo curioso! Realizei algumas fotos de clientes fibromiálgicos para um médico de um grande hospital em São Paulo e o padrão era o mesmo. Iniciei, então, o tratamento de meus clientes com os florais de Bach, em nível profundo de consciência, como faço há 15 anos, na busca da causa das dores.
O sofrimento sempre tem um sentido, uma mensagem. E, em parceria com os clientes, trilhamos o caminho até o ponto de origem da dor. O relato de sonhos e percepções foram fundamentais para a prescrição correta dos florais. Necessitava da autorização do cliente para acessar sua memória, cujo sintoma era a dor. E, através da TVP, chegamos à origem provável. Eu sempre inicio o trabalho com o uso de florais.
Eles vão iluminando a escuridão da alma para que o cliente se dê a permissão para resgatar sua capacidade de cura e superar o medo de perder o controle. Nada é por milagre! Os instrumentos de cura estão dentro de cada um, de acordo com suas necessidades.
Os florais iluminam a casa do curador interno e lá está a chave que abre a porta certa do inconsciente, trazendo para o consciente o “para quê” da experiência de dor.
Quando o cliente percebe seu “caráter”, ou seja, o padrão que se traduz em comportamentos de autocobrança, preocupações excessivas, controle, rigidez mental, dentre outros, consegue amadurecer a emoção, levando compreensão às memórias celulares. As histórias dos clientes não são iguais, mas a forma de expressão na atual vivência é. Portanto, trabalho com a hipótese de a dor estar no corpo emocional e não no físico, uma vez que o material celular registrado nas fotos se altera durante o processo de psicoterapia, com o auxilio das ferramentas utilizadas pelo terapeuta.

 Com a intenção de compartilhar com você e, de alguma forma, contribuir com o seu conhecimento, ilustro o texto com registros fotográficos de fibromiálgicos diagnosticados por médicos. O trabalho está sendo preparado no formato Microsoft Powerpoint, tem aproximadamente 6.7 MB e está disponível para download em aqui. A BIOELETROGRAFIA É UM RECURSO NA PSICOTERAPIA. Marta de Abreu Lima Moreira Mendes é pedagoga e psicoterapeuta complementar, pós-graduada em psicossomática e psicobiofísica, com extensão em neuropsicologia: “emoção e cognição”, e psicologia e religião: “a experiência de Deus e a psique”. É também Mestre em Bioeletrografia pela IUMAB - International Union of Medical and Applied Bioelectrography in Brazil - órgão oficial da Bioeletrografia em nível mundial.
Saiba mais sobre o seu trabalho em seu site: Harmonia Terapias Complementares Parte II Texto revisado por: Cris por Martha Mendes - harmoniatc@harmoniatc.pro.br Pedagoga e Psicoterapeuta complementar, pós-graduada em psicossomática e psicobiofísica, com extensão em neuropsicologia: emoção e cognição e psicologia e religião. É também Mestre em Bioeletrografia pela IUMAB - International Union of Medical and Applied Bioelectrography e certificada pela Earth -European Association for Regression Therapy. Lido 15206 vezes, 351 votos positivos e 6 votos negativos. E-mail: harmoniatc@harmoniatc.pro.br

FONTE: FIBROMIALGIA: TEMPERAMENTO FORTE? - Parte I - Martha Mendes

:: Fibromialgia ::

Perguntas e respostas mais freqüentes em Fibromialgia



1) O que é fibromialgia?

A fibromialgia é uma síndrome clínica que se manifesta com dor no corpo todo, principalmente na musculatura. Comumente a fibromialgia cursa com sintomas de fadiga, intolerância ao exercício e sono não repousante (isto é, a pessoa acorda cansada). Nós, médicos, chamamos a fibromialgia de uma síndrome, pois ela é caracterizada por um grupo de sintomas sem que seja identificada uma causa única para eles.


2) O que causa a fibromialgia?

Não existe ainda uma causa única conhecida para a fibromialgia, mas já temos algumas pistas porque as pessoas têm esta síndrome. Os estudos mais recentes mostram que os pacientes com fibromialgia apresentam uma sensibilidade maior à dor do que pessoas sem fibromialgia. Isto não é relacionado com o fato de se ser "forte" ou "fraco" para dor. Na verdade, seria como se o cérebro das pessoas com fibromialgia estivesse com um "termostato" desregulado, que ativasse todo o sistema nervoso para fazer a pessoa sentir mais dor. Desta maneira, nervos, medula e cérebro estariam fazendo que qualquer estímulo doloroso seja aumentado de intensidade. Uma parte do corpo que estamos sempre machucando no nosso dia-a-dia é a musculatura. Em pessoas sem fibromialgia, estes pequenos traumas, distensões e tensões passam despercebidos. Na pessoa com fibromialgia as dores vindas destas lesões são amplificadas, e começa o grande "círculo vicioso" dentro do músculo: a musculatura fica dolorida e contrai (tensiona) e esta tensão leva a mais dor, que tensiona mais o músculo, e assim por diante. A pessoa começa a não dormir bem (vide adiante) e não se exercitar, o que piora a dor muscular, mantendo o ciclo. Sintomas de depressão e ansiedade também podem piorar o quadro.
A fibromialgia pode aparecer depois de eventos graves na vida de uma pessoa, como um trauma físico, psicológico ou mesmo uma infecção grave. O mais comum é que o quadro comece com uma dor localizada crônica, que progride para envolver todo o corpo. O motivo pelo qual algumas pessoas desenvolvem fibromialgia e outras não ainda é desconhecido.


3) A minha dor é real ou está só na minha cabeça?

A dor da fibromialgia é real. Vários estudos experimentais avançados, que mostram o cérebro funcionando, mostram que os pacientes com fibromialgia estão sentindo dor e, além disso, que sentem mais dor do que pessoas sem fibromialgia. Também foram feitos estudos com o líquido que banha a medula e o cérebro (líquor) e foi visto que as substâncias que levam a sensação de dor para o cérebro estão de três a quatro vezes aumentadas em pacientes com fibromialgia, em comparação com pessoas sem o problema.
Tanto pacientes quanto médicos parecem entender melhor as causas de dor quando existe uma inflamação, um machucado, um tumor, que estão ali, visíveis, causando a dor. Na fibromialgia é diferente; se tirarmos um pedaço do músculo que está doendo e olharmos no microscópio, não encontraremos nada - porque o problema está somente na percepção da dor.

4) Existem muitos casos iguais ao meu?

Sim, existem. A fibromialgia é um problema comum, visto em pelo menos 5% dos pacientes que vão a um consultório de Clínica Médica e em 10 a 15% dos pacientes que vão a um consultório de Reumatologia.

5) A fibromialgia é uma doença nova?

Não. A fibromialgia já é conhecida há mais de 100 anos, mas se davam nomes diferentes para ela e não havia um consenso de como fazer o diagnóstico da doença. O nome mais comum que se usava era "fibrosite" . Em 1990, foram criados o que chamamos de "critérios de diagnóstico" para a fibromialgia. O termo fibrosite foi abandonado, pois "ite" indica inflamação e não existe inflamação na fibromialgia. A partir de então, o problema pôde ser mais bem estudado, o conhecimento sobre a fibromialgia cresceu, e mais e mais médicos começaram a fazer o diagnóstico de fibromialgia, o que fez aumentar o número de casos.


6) Como o médico sabe que eu tenho fibromialgia e não outro problema?

O diagnóstico da fibromialgia é clínico, isto é, não se necessitam de exames para comprovar que ela está presente. Se o médico fizer uma boa entrevista clínica, pode fazer o diagnóstico de fibromialgia na primeira consulta e descartar outros problemas. O melhor profissional para avaliar o paciente com fibromialgia é o reumatologista, pois ele é treinado para fazer o diagnóstico das doenças que acometem os músculos e as articulações, não deixando passar doenças que possam ser confundidas com fibromialgia.
O médico irá utilizar os critérios de diagnóstico da fibromialgia, que são: a) dor por mais de três meses em todo o corpo e b) presença de pontos dolorosos na musculatura (11 pontos, de 18 que estão pré-estabelecidos). Provavelmente o médico pedirá alguns exames de sangue, não para comprovar a fibromialgia, mas para afastar outros problemas que possam simular a fibromialgia, como hipotireoidismo, diabetes, entre outros.


7) A fibromialgia é um tipo de reumatismo?

Esta é uma pergunta interessante, pois não existe um consenso do que seja um "reumatismo", e cada pessoa tem uma idéia diferente quando pensa neste termo. Se considerarmos reumatismo toda doença estudada pelo reumatologista então sim, a fibromialgia é um tipo de reumatismo. Nós a classificamos dentro do grupo de "reumatismo de partes moles", isto é, que não afeta as articulações. Vale a pena salientar que a fibromialgia NÃO é uma doença que afeta as articulações, e que NÃO existe o risco de deformidades ou perda de movimentos dos membros.


8) Por que eu demorei em saber que tenho fibromialgia?

Muitas vezes, o diagnóstico de fibromialgia não está claro na primeira vez que o paciente vai ao médico. Outras vezes, o médico não está familiarizado com o diagnóstico de fibromialgia, e acaba fazendo outro diagnóstico. Felizmente, graças a programas de educação médica continuada, isto vem acontecendo cada vez menos.


9) A fibromialgia afeta mais mulheres do que homens?

Sim. De cada 10 pacientes com fibromialgia, 9 são mulheres. Não se sabe a razão porque isto acontece. Não parece haver uma relação com hormônios, pois a fibromialgia afeta as mulheres tanto antes quanto depois da menopausa. A idade de aparecimento da fibromialgia é geralmente entre 30 e 60 anos. Porém, existem casos em pessoas mais velhas, crianças e adolescentes.


10) Por que eu acordo tão cansado, como se não tivesse dormido nada?

A alteração do sono na fibromialgia é freqüente, afetando quase 95% dos pacientes. No início da década de 80 descobriu-se que pacientes com fibromialgia apresentam um defeito típico no sono - uma dificuldade de manter um sono profundo. O sono tende a ser superficial e/ou interrompido. Com o sono profundo interrompido, a qualidade de sono cai muito e a pessoa acorda cansada, mesmo que tenha dormido por um longo tempo. Isto aumenta a fadiga, a contração muscular e a dor.
Por algum tempo, pensou-se que a alteração de sono era o que causava a fibromialgia. Hoje sabemos que este problema é conseqüência da dor, e não sua causa. De qualquer maneira, é algo que deve ser avaliado e tratado. Outros problemas no sono afetam os pacientes com fibromialgia. Alguns referem um desconforto grande nas pernas ao deitar na cama, com necessidade de esticá-las, mexê-las ou sair andando para aliviar este desconforto. Este problema é chamado Síndrome das Pernas Inquietas e possui tratamento específico. Outros apresentam a Síndrome da Apnéia do Sono, e param de respirar durante a noite. Isto também causa uma queda na qualidade do sono.


11) Como a depressão ou o nervosismo estão relacionados com a fibromialgia?

A depressão está presente em 50% dos pacientes com fibromialgia. Isto quer dizer duas coisas: 1) a depressão é comum nestes pacientes e 2) nem todo paciente com fibromialgia tem depressão. Isto é importante, pois por muito tempo pensou-se que a fibromialgia era uma "depressão mascarada". Hoje, sabemos que a dor da fibromialgia é real, e não se deve pensar que o paciente está "somatizando", isto é, manifestando um problema psicológico através da dor.
Por outro lado, não se pode deixar a depressão de lado ao avaliar-se um paciente com FM. A depressão, por si só, piora o sono, aumenta a fadiga, diminui a disposição para o exercício e aumenta a sensibilidade do corpo. Ela deve ser detectada e devidamente tratada, se estiver presente. Muitos pacientes pensam que o tratamento da dor crônica melhorará a depressão, já outros pensam que o tratamento da depressão melhorará a dor. Não se deve perder tempo em questionar quem chegou primeiro; tanto a dor quanto a depressão devem ser tratadas de maneira independente, e o tratamento de ambas trará benefícios para o paciente.


12) Todas as dores que eu tenho são da fibromialgia?

Não. Ter fibromialgia não livra a pessoa de ter outros problemas do sistema musculoesquelético, como bursite, tendinites, artrites. O médico saberá separar as coisas e tratar cada problema de maneira apropriada. Por outro lado, várias dores que a pessoa pense que são outros problemas podem ser só manifestações da FM. A musculatura é o sistema mais dolorido na fibromialgia, mas já existe evidência que vários outros pontos do corpo apresentam sensibilidade aumentada. Por exemplo, o intestino; o paciente pode ter dores abdominais, diarréias alternadas com períodos de constipação intestinal, caracterizando a Síndrome do Intestino Irritável. Da mesma maneira, a bexiga pode ficar mais sensível, com a pessoa desenvolvendo a necessidade de urinar várias vezes por dia; é a Síndrome da Discinesia do Detrussor, ou bexiga irritável.


13) Existe cura para a fibromialgia ?

Infelizmente, ainda não. Porém, com o tratamento atual da FM é possível a pessoa experimentar ficar sem dor ou com a dor a um nível muito baixo. Os outros sintomas como a fadiga, a alteração do sono e a depressão também podem ser tratadas adequadamente. Mais do que em outros problemas, o tratamento da fibromialgia depende muito do paciente. O médico deve atuar mais como um guia do que somente uma pessoa que fornece remédios. É muito importante que a pessoa com fibromialgia entenda que a atividade física regular terá que ser mantida para o resto da vida, pelo risco de a FM voltar se esta atividade for interrompida.

14) Como a fibromialgia é tratada?

O tratamento da fibromialgia divide-se em quatro pontos principais:

a) Exercícios: este é o ponto mais importante do tratamento. Costumo dizer que a pessoa com fibromialgia não se pode dar o luxo de não se exercitar. A atividade física regular é o único tratamento capaz de restaurar a pessoa para uma vida normal. Todos os outros passos do tratamento devem ter somente um objetivo: deixar a pessoa mais disposta para fazer atividade física. A atividade física deve ser realizada todos os dias, de duas maneiras: um exercício que mexa todo o corpo (aeróbico), como caminhar, nadar, correr ou praticar hidroginástica e exercícios que promovam o alongamento muscular. Os exercícios devem ser iniciados lentamente, e só depois de algum tempo é que se deve chegar ao tempo total: trinta minutos por dia. Mesmo depois que o paciente chegue a este nível de exercícios, pode haver uma demora de até um ano para que os benefícios comecem a aparecer. Por isso, quanto mais cedo se começar a atividade física, melhor.

b) Tratamento do sono: o objetivo é melhorar a qualidade do sono, não a sua quantidade. O paciente terá que acordar mais descansado do que quando foi dormir. Para isso, utilizamos remédios específicos para cada caso. Os remédios mais utilizados são os antidepressivos tricíclicos, como a amitriptilina. Geralmente são usados não em uma dose para a depressão, mas pequenas doses, próprias para o sono. A vantagem desta medicação é que ela não causa dependência física. Outra medicação usada é a ciclobenzaprina, que é um relaxante muscular. Ela já foi estudada na fibromialgia, e apresenta bons efeitos no sono, na dor e na fadiga. Outras medicações são utilizadas em casos de problemas específicos, como na Síndrome das Pernas Inquietas. Em casos de dúvida um estudo do sono (polissonografia) pode ser pedido.

c) Tratamento da dor: embora não exista um analgésico que tire toda a dor em um paciente com FM, este é um item importante no tratamento, pois o paciente deve ter a sua dor reduzida a um ponto que permita o início da atividade física. Este ponto tem sido mais valorizado desde que se descobriu que a dor dos pacientes é real. O tratamento deve ser iniciado com analgésicos leves, como o paracetamol e a dipirona, e outros analgésicos mais fortes podem ser usados se necessário. É muito comum que os pacientes esperem até o último minuto para tomarem analgésicos, quando a dor está "insuportável". Isto leva à piora da dor, pois a dor mal controlada leva à contração muscular, que leva a mais dor. A fibromialgia é um estado de dor crônica, e a dor deve ser tratada cronicamente, isto é, tomando-se analgésicos em horários pré-determinados. Em alguns pacientes, são encontrados na musculatura pontos de intensa contração muscular, semelhantes a pequenos caroços: são os "pontos-gatilho". Estes pontos são focos de dor, e pioram o quadro geral, Quando exercícios de alongamento não os resolvem, o médico pode lançar mão de técnicas de injeção de anestésico local nestes pontos, que geralmente são bastante efetivas.

d) Controle da ansiedade/depressão: como foi dito anteriormente, não se deve perder tempo pensando se as manifestações de alterações do humor, desânimo e tristeza são a causa ou a conseqüência da FM. Se estes sintomas estão presentes, devem ser tratados adequadamente. Na maioria das vezes, o reumatologista pode prescrever ansiolíticos ou antidepressivos para o paciente com FM; se o caso for grave, o paciente pode ser encaminhado para um psiquiatra. Existem técnicas psicológicas, como a terapia cognitivo-comportamental, que têm sido estudadas na fibromialgia, com bons resultados. São técnicas de manejo de estresse e de como lidar com as limitações que a fibromialgia traz à vida das pessoas. Estas técnicas podem ser usadas em pacientes com ou sem depressão.


15) Todos os médicos falam que eu devo fazer exercícios para melhorar da fibromialgia, mas eu não consigo, pois o pouco que eu faço já me causa muita dor no corpo.

Isto é uma situação muito comum, principalmente no início da atividade física. É importante que o exercício seja iniciado de maneira lenta e gradualmente aumentado. Por exemplo, se a pessoa não está acostumada a fazer caminhadas, deve começar com 5 minutos por dia, e ir aumentando o tempo em 5 minutos toda a semana, até chegar a 30 minutos por dia. Não se deve ter pressa. Da mesma maneira, pessoas que faziam exercício e desenvolveram fibromialgia devem se acostumar com a idéia de que irá demorar um bom tempo até o retorno da capacidade física que tinham antes de desenvolver FM.
A dor ao realizar-se atividade física pode também ser minimizada com o uso de analgésicos antes de se iniciar o exercício. Não se deve ter medo que o analgésico irá mascarar alguma lesão ou piorar a situação. Pelo contrário, o uso de analgésicos irá permitir um melhor aproveitamento do momento de exercício.


16) Por que mesmo sem ter feito esforço, e estando fazendo o tratamento, meu corpo volta a doer?

Muitas vezes, apesar de tudo parecer bem, o corpo volta a doer - chamamos isto de "crise" da fibromialgia. Não se sabe o motivo porque isto acontece. Porém, algumas vezes a pessoa pode ter feito um esforço desnecessário sem perceber. Pacientes com FM, no dia em que se sentem melhor, muitas vezes querem "recuperar o tempo perdido" e passam a fazer tudo o que não fizeram na última semana, por exemplo. Isto leva a uma volta da dor. Da mesma maneira, atividades de repetição, como lavar e passar roupa, podem desencadear uma crise. Para evitar as crises é preciso dividir as tarefas de casa e do trabalho e fazer um pouco a cada dia, mesmo nos dias em que tudo está bem. Também é importante mudar o tipo de tarefa que se está fazendo, para sempre modificar o grupo de músculos que está sendo usado. Por exemplo, passar parte da roupa e depois ir dobrá-la, varrer somente um cômodo e arrumar as gavetas antes de passar para outro cômodo, etc... As crises da fibromialgia podem melhorar bastante com medidas simples, como repouso e um banho quente. O médico deve ser consultado para checar a necessidade de aumento ou mudança da medicação.


17) Por que eu tomo analgésicos e eles não funcionam?

Infelizmente, o alívio com os analgésicos comuns não é total na fibromialgia. Isto acontece pois ainda não dispomos de medicações que ajam na sensibilidade aumentada do corpo em relação à dor. Os analgésicos agem bem em dores com causa conhecida, mas menos nas situações em que o próprio corpo amplifica a dor. Isto não significa que os analgésicos não estejam funcionando; muitas vezes, quando se retira o analgésico é que se nota o quanto ele estava sendo útil.


18) Existem outros tratamentos que podem ajudar?

Vários tipos de tratamento já foram testados para a fibromialgia, e muitos deles não ajudaram. Porém, com o melhor entendimento do problema, novas medicações são esperadas em breve.
A acupuntura é um método que pode ajudar em casos de dor localizada e resistente, e é recomendada com certa freqüência. Porém, deve se ter em mente que a acupuntura funciona somente enquanto o paciente está sob tratamento, e não tem um efeito duradouro.
Recentemente, injeções endovenosas de lidocaína foram usadas em casos refratários, com resultados iniciais encorajadores.



Eduardo S. Paiva
Reumatologista
Chefe do Ambulatório de Fibromialgia do HC-UFPR, Curitiba

domingo, 28 de agosto de 2011

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011

Nordeste, Amazonas, Espírito Santo, DF e Goiás, também tem atendimento para o fibromiálgico.

Norte/Nordeste

GARCE – Grupo de Apoio aos Pacientes Reumáticos do Ceará

Presidente: Marta Maria Serra Azevedo
End. da Sede: Rua Gal. Caiado de Castro, 1100 – Cidade dos Funcionários
CEP: 60821-560 – Fortaleza – CE
Fone/fax: (85) 3241-2428 / (85) 9989-7121
E-mail: garce.ceara@yahoo.com.br


GRUPARSE - Grupo de pacientes artríticos do Sergipe
Responsável:Dra. Elizabeth Tavares
Fone:(79)224-3190 / 222-7845

Hospital das Clínicas/ UFPE
Coordenadora: Professora Ângela Pessoa Pinto
Endereço: Av. Professor Morais Rego, s/n, Várzea, Recife, PE
Fone: (81)3454 3733
CEP: 50.720-360
E-mail: mhz@hotlink.com.br

UFBA
Endereço: Av. Garibaldi, 1815, centro Médico Empresarial, Bl. B, sala 319,
Salvador, BA
Fone: 071 3332.3165
CEP: 40.170-130


Clínica de Tratamento da Dor
Coordenador: Professor José Luciano Braun Filho ( Presidente da Sociedade Brasileira Para o Estudo da Dor)
Endereço: Av. Domingos Ferreira, 636, Sl. 112,
Fone: (81)3465 5321 cel: (81)9974 7471
CEP: 51011-050
E-mail: lucbraun@elogica.com.br

GRUPARMA – Grupo de Pacientes Reumáticos do Maranhão
Presidente: Selma de Jesus Reis Serra
Rua dos Ipês, Quadra D. Casa 1 – Ed. Antonia Lima – São Francisco
CEP 65075-200 – São Luiz – MA
Fone: (98) 3235-9026/ 3235-7692/3235-2541/3232-8517
Celular da presidente: (98) 8878-2741
E-mail: gruparma@bol.com.br


Amazonas

GRUPAAM - Grupo de pacientes Artríticos do Amazonas
Presidente: Maria Rita Simas Duarte
End: R Ramos Ferreira,1280 - Centro - Manaus - AM
CEP: 69020-080

Espírito Santo

Vitória/ ES
Responsáveis: Dra. Ana Paula
Fone: (27) 336-7247/ 327-1080
Dr. Edilson Suzana Vieira (27) 329-8115

Goiás
GRUPAGO – Grupo de Pacientes Artríticos de Goiás
www.grupago.org / artriticos_go_br@hotmail.com

Distrito Federal - Brasília

ABRAPAR - Associação Brasiliense de Portadores de Artrite
Presidente: Abigail Gomes Silva
Sqn 202 - Bloco F - Aptº:108
Brasília - DF
CEP:70832-060
Fone: (61) 327-8826/ 425-2662


Hospital de Base de Brasília(HBB) - DF
Coordenador: Dr. Carlos Eduardo C. Lins
Endereço: SHMS QD 101 - Bl "B"
CEP: 70315-900
Fone: (61) 325-5050 / 325-4080
CEP: 50.720-360


Hospital Universitário de Brasília (HUB) - DF
Ambulatório de Reumatologia
Coordenadora: Dra. Ana Patrícia
Endereço: SGAN QD 604/605 L 2 Norte
CEP: 70840-000
Fone: (61) 307-3223 / 307-1588

ABRAPAR – Associação Brasiliense de Pacientes Reumáticos
Presidente: Abigail Gomes Silva
Fone: (61) 3425-2662 /3327-8826 – Celular da presidente: (61) 9183-9058
Escritório: SCN Q. 5 Bloco A nº 50 – Torre Sul – 7º Andar – Sala 710 A
Centro Empresarial Brasília Shopping
CEP: 70715-900 – Brasília – DF
Fone do Escritório: (61) 3201-7172
E-mail: abrapar@pop.com.br
Site: www.abrapardf.org.br

Rio Grande do Norte
GRUPARN – Grupo de Pacientes Reumáticos do Rio Grande do Norte
Presidente: Maria Francisca dos Santos Vale
Rua Professora Maria Lidia 63 – Bairro Quintas
CEP 59035-490 – Natal-RN
Fone: (84) 3653-7121 / 8857-1994
E-mail: gruparn@bol.com.br


Serviços de Atendimento à Fibromiálgicos em MG

Minas Gerais

Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas Samuel Libânio
Rua Comendador José Garcia, 777, Centro
Pouso Alegre - MG
CEP: 37550-000
(35) 3422-2345
reumatohcsl@yahoo.com.br

AMDAR - Associação Mineira de Apoio ao Reumático
Presidente: Maria Helena Penna
End: R. Grão Mogol,502 - Carmo Sion
Belo Horizonte - MG
CEP: 30310-010
Fone:(31) 3225-2161
Fax: 3322-0900(fax do filho: Bruno)

Clínica de Reumatologia da Santa Casa de BH
Av. Francisco Sales, sn
Bairro Santa Efigênia – Belo Horizonte / MG
9º andar / ALA B
Fone: (031) 3238-8135

Serviço de Reumatologia do Hospital Madre Teresa
Av. Raja Gabaglia nº 1002
Bairro Gutierrez / Belo Horizonte-MG
Fone: (031) 3339-8455

Ambulatório do Serviço de Reumatologia - IPSEMG
Grupo de Educação do Paciente Fibromiálgico
Rua dos Inconfidentes nº 1011 – 7º andar – Savassi – BH/MG
Fone: (031) 3262-2373

Hospital Luxemburgo – Centro de Tratamento da Dor
Rua Gentios nº 1350
Bairro Luxemburgo – BH/MG
Fone: (031) 3299-9900

Hospital Vera Cruz – Centro de Tratamento da Dor
Rua Paracatu nº 747
Barro Preto – BH/MG
Fone: (031) 3290-1212

Serviço de Reumatologia do Hospital das Clínicas
Al. Álvaro Celso nº 175 – 2º andar
Santa Efigênia – BH/MG
Fone: (031) 3248-9532

Hospital das Clínicas – Clínica de Dor
Al. Álvaro Celso nº 175 – 6º andar
Santa Efigênia BH/MG

Ambulatório de Reumatologia da Faculdade de Medicina do Triângulo Mineiro
Av. Frei Paulino, s/n – Abadia – Uberaba/MG
Fone: (034) 33128207 / 33320217 / 3333-7939

SOCOR Hospital Geral – Clínica da Dor
Av. do Contorno, 10500
Barro Preto BH/MG
Fone: (31) 3330-3030
Emergências: (31) 3330-3000
Marcação de Consultas: (31) 3330-3126

Clínica da Dor - Hospital das Clínicas Samuel Líbano
Pça Francisca Ricardina de Paula, 33
Bairro Medicina
Pouso Alegre MG
Fone: (31) 3422-9625

ARUR – Associação dos Reumáticos de Uberlândia e Região
Site: www.associacaoreumaticosdeuberlandiar.blogspot.com/

Presidente: Nilma Rodrigues de Oliveira
End. Sede: Av. Abádio Bonifacio da Silva, 23 – Bairro Granada
CEP: 38410-130 – Uberlândia – MG
Fones: (34) 34 3225-0455 – das 13h00 às 18h00 de 2ª a 6ª
Celular da Presidente: (34) 8838-1933
E-mail de contato: nilma_ro@yahoo.com.br


O Paraná conta com dois Centros de Apoio ao Paciente Fibromiálgico

Paraná

FIBROCURITIBA - GRUPO DE APOIO A PACIENTES COM FIBROMIALGIA
CURITIBA, PARANÁ
RESPONSÁVEIS: EDUARDO S. PAIVA, VIVIAN PASQUALIN E LAURA MOELLER
TELEFONE : (41) 3363-0348 - SRTA. ALICE

GRUPO PAPOULAS
ENCONTROS SEMANAIS DE PACIENTES COM FIBROMIALGIA
QUINTAS-FEIRAS, 14:30-16:30, AUDITÓRIO DA RUA DA CIDADANIA MATRIZ - PRAÇA RUI BARBOSA
CURITIBA - PR
RESPONSÁVEL: ANA MARIA BENTO - 41-3308-7857

Atendimento aos Pacientes Fibromiálgicos no Estado do Rio de Janeiro

Rio de Janeiro

GRUPARJ - Núcleo Petrópolis
Responsável: Dra. Wanda Heloísa Rodrigues Ferreira
End: Av. Presidente Kennedy, 421 - (Sindicato dos Médicos) Centro- Petrópolis - RJ
CEP: 25680-030
Fone: (24) 2242-6038

GRUPARJ – Grupo de Apoio ao Reumático do Rio de Janeiro
Presidente:Maria Regina Vasone Prado
Rua do Resende,141, 2º andar.
Centro – Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20231-091
Fone: (21)2509-1758/2509-0744
E-mail: gruparj@uol.com.br

Hospital dos Servidores do Estado
Ambulatório de Clínica Médica - Setor de Reumatologia
Rua Sacadura Cabral, 178
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20.221-161
Fone: (21) 2291-3131 - Ramais 32.14 - Ambulatório e 34.72 - Enfermaria.

Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro
Serviço de Reumatologia
Rua Santa Luzia, 207
Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2220-1798

Hospital da Penitência da Ordem Terceira
Serviço de Reumatologia
Rua Conde de Bonfim, 1.033
Rio de Janeiro - RJ
CEP: 20.530-001
Fone: (21) 2571-8864

Hospital Universitário Pedro Ernesto
Ambulatório de Fibromialgia do Serviço de Reumatologia
Dra. Elisa M.N. Albuquerque Coordenadora da disciplina de Reumatologia UERJ
Rua 28 de Setembro 77 - Vila Isabel
Rio de Janeiro - RJ
Fone: (21) 2587-6693

Centros de Referência para pacientes reumáticos no Sul do Brasil

Sul

ADORE - Associação Paranaense dos portadores de doenças reumáticas
Presidente: Therezinha Sônia dos Reis Ribeiro
End: R. João Batista, 801/ 11C - Curitiba - PR
CEP:82620-040 (Correspondência)
Hospital Cajuru - Auditório 2 - 3ºAndar
Primeiros sábados de cada mês às 10:00h
Fone:(41) 256-0946 (Therezinha) / 356-3024/ 9191-2432 (Sônia) / 353-
4651/9995-6027 (Regina) / 243-6870/ 343-0227 (Jorge) / 256-0923 (Delvani)
E-mail: tsreis.r@uol.com.br

GRUPALON- Grupo de Portadores de Artrite Reumatóide de Londrina
Presidente:Adimir Rodrigues dos Santos
Associação Médica de Londrina
End: R. Piauí,s/n - Londrina - PR
Centro de Londrina
CEP: 86010-000

GRUPASC- Grupo de apoio aos pacientes reumáticos de Santa Catarina
Presidente: Deliane Travasso
Reumatologistas Responsáveis: Mara Suzana Pinho e Ana Maria Gallo
End: R. Amazonas,301 - Centro - Blumenau - Santa Catarina
CEP: 89020-900
Fone: (47) 322-1867
Fax: (47) 322-9099
E-mail: grupasc@hsc.com.br

AMAR - Associação Maringaense de Apoio ao Reumático
Responsável: Lícinia Amélia Amaral
Rua João de Mattos Alberto, 756 - Vila Santa Izabel
Maringá - PR
CEP: 87080-460
Fone: (44) 265-6655

Centro de Saúde Champanhat (Sociedade Paranaense para o Estudo da Dor)
Rua:Julia da Costa 1447
Fone: (041) 336-1540
Curitiba - PR
E-Mail: danielrenata@uol.com.br

Clínica de Dor – Dr. Danilo Ferriera
Rua Jerônimo Coelho, 389, conj.26, 20º andar.
Fone: (048) 222-9354
Florianópolis – SC
E-mail: painclic@mail.com

Clinica de Dor de Foz do Iguaçu
Av. Brasil, 1.711
Foz do Iguaçu -PR
CEP: 85851-000
Fone: (045) 525-2626
E-Mail: robles@foznet.com.br
Dr. Marcos Antônio M. Robles

Hospital das Clínicas da Universidade Federal do Paraná
Ambulatório de Fibromialgia - Serviço de Reumatologia
Rua General Carneiro, 181
Centro - Curitiba/PR
CEP: 80060-900
Fone: (41) 262-8664
Responsável: Dr. Eduardo Paiva

GRUPAL - Grupo de Pacientes Artriticos de POA
Responsável: Dr. Carlos Alberto Von Muhen (Reumatologista)
End.: Carlos Gomes, 328/711 POA/RS
Cep: 90480-000
Fone: 51- 30285646
E-mail: grupalpoa@yahoo.com

GRUPOS DE APOIO EM SÃO PAULO

Centros de Referência em Atenção e tratamento da Fibromialgia em São Paulo/SP

Serviços

Ambulatório de Fibromialgia da UNIFESP.

Atendimentos às Segundas-Feiras, no período da manhã.

Local: Ambulatório de Especialidades do Hospital São Paulo, situado à Rua José de Magalhães, 340 - Vila Clementino, São Paulo, SP.

Telefones Úteis do Ambulatório: 5573-3011, 5539-2105 e 5549-2548

Mini DVDoteca da Fibromialgia

Assista alguns DVDs de temas relacionados à fibromialgia.
Local: Centro Alfa de Habilidades em Saúde - Rua Estado de Israel, 289
Telefone: 5908-0594 (falar com Sr. Urias).

Outros Centros de Referência em Atenção e tratamento da Fibromialgia em São Paulo

Centro de Estudos em Psicobiologia e Exercício (CEPE)
Rua Marselhesa, 535 - Vila Clementino
São Paulo – SP
http://www.cepebr.org
Tel./Fax.: (0xx11) 2149-0155 / (0xx11) 5572-5092

Lar Escola São Francisco – Centro de Reablitação
Rua dos Açores, 310 - Jd. Luzitania – Ibirapuera
São Paulo – SP / CEP: 04032 – 060
e-mail:faleconosco@lesf.org.br
http://www.lesf.org.br
Fones: (0xx11) 5904-8023 / (0xx11) 5904-8024

Divisão de Medicina de Reabilitação (DMR) – USP
Rua Diderot, 43 - Vila Mariana
São Paulo – SP / CEP: 04116-030
e-mail: dmr@hcnet.usp.br
http://www.hcnet.usp.br/haux/dmr
Fone: (0xx11) 5549-0111 / Fax: (0xx11) 5549-0556
*A DMR possui também atendimentos na unidade Umarizal e na estação especial da Lapa

GRUPASP – Grupo de Pacientes Artríticos de São Paulo
Rua Leandro Dupré, 178 - Vila Clementino
São Paulo – SP / CEP: 04025-010
E-mail: grupasp@grupasp.org.br
Site: www.grupasp.org.br
Fones: (0xx11) 5574-6438 ou (0xx11) 5574-5996

Centro de Tratamento de Dor da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo
Rua Dr. Cesário Mota Junior, 112 - Santa Cecília
São Paulo – SP / CEP: 01221-020
Fone: (0xx11) 3226-7000

UNIDOR - Ambulatório de Dor do Hospital Beneficiência Portuguesa
Rua Maestro Cardim, 769 - Bloco 01 - Primeiro Subsolo
São Paulo – SP / CEP: 01323-001
Fone: (0xx11) 3253-5022

Ambulatório de Dor do Hospital do Servidor Público Estadual
Av. Ibirapuera, 981 6º andar - Vila Clementino
São Paulo – SP / CEP: 04039-004
Fone: (0xx11) 574 0211

Ambulatório de Dor do Hospital das Clínicas de São Paulo
Av. Dr. Enéas de Carvalho Aguiar, 155 - Cerqueira César
São Paulo – SP / CEP: 05403-010
Fone: (0xx11) 3069-6341

Clínica de Dor do Hospital Nove de Julho
Rua Peixoto Gomide, 613 - Cerqueira César
São Paulo – SP / CEP: 01409-902
www.h9j.com.br
Fone: (0xx11) 3147-9430

sábado, 6 de agosto de 2011

Praticar ioga diminui sintomas físicos e psicológicos da dor

Pesquisadores canadenses descobriram que a prática de ioga diminui os sintomas físicos e psicológicos das dores crônicas que afetam mulheres com fibromialgia.

A fibromialgia é uma doença que afeta principalmente mulheres e causa dores crônicas, fadiga, rigidez dos músculos, distúrbios do sono, desconforto gastrointestinal, ansiedade e depressão.

Os cientistas, da Universidade de York, avaliaram os efeitos do ioga sobre os níveis de cortisol, já que estudos anteriores demonstraram que mulheres com fibromialgia têm pouca quantidade desse hormônio, o que contribui para a fadiga e sensação de estresse.

Os resultados mostraram que os níveis de cortisol das participantes “aumentaram consideravelmente” após uma sessão de 75 minutos de ioga, repetida duas vezes na semana durante dois meses.

Kathryn Curtis, do Departamento de Psicologia da Universidade e autora do estudo, explica que os níveis de cortisol atingem o nível máximo cerca de 30 minutos após a pessoa despertar, e vai declinando ao longo do da, até a hora de dormir.

- Nas mulheres com fibromialgia, no entanto, a liberação do hormônio é desregulada.

Curtis explica que a hatha ioga, técnica utilizada no estudo, promove relaxamento físico ao diminuir a atividade do sistema nervoso, o que reduz a frequência cardíaca e aumenta o volume de respiração.

Após as sessões de ioga, as voluntárias apontaram, além da redução de dor, alguns benefícios psicológicos. Elas se sentiram menos desamparadas, aceitavam melhor a condição de saúde e tinham melhores expectativas com relação a futuros sintomas.

- A ioga promove esse conceito, de que nós não somos nossos corpos, nossas experiências nem nossas dores. Isso é muito útil para lidarmos com a dor.


Como obter êxito numa concessão de auxílio-doença

O Ministério da Previdência divulgou na semana passada um estudo sobre a evolução do benefício de auxílio-doença nos últimos dez anos. O benefício é concedido aos trabalhadores que precisam se afastar do trabalho num período superior a 15 dias. Com o aumento da formalização dos trabalhadores brasileiros, houve um crescimento elevado do número de segurados da Seguridade Social. Houve mais pedidos de auxílio-doença, mas o indeferimento deles se manteve em 50% dos casos. Afinal, por que é tão difícil no Brasil um segurado obter a concessão de auxílio-doença?

“O que se pode concluir deste estudo é que, com o crescimento dos trabalhadores formais, é natural que aumente o número de segurados que venham a solicitar esse benefício. Porém a concessão se torna mais rígida com o passar do tempo, e as dificuldades são maiores para os segurados que necessitam do benefício”, afirma o advogado previdenciarista Humberto Tommasi.

Segundo o estudo do Ministério da Previdência, em 2009 e 2010 o índice de indeferimento do benefício de auxílio-doença se manteve em torno de 49,3%, - e provavelmente em 2011 se manterá nesse patamar -, ou seja, praticamente metade dos pedidos de auxílio-doença foram indeferidos.

O indeferimento do pedido do benefício de auxílio-doença ocorre quando o segurado não possui os requisitos exigidos exigidos por lei: incapacidade para o trabalho; mínimo de 12 contribuições pagas ao INSS (carência); e qualidade de segurado. A qualidade de segurado se mantém 12 meses após o trabalhador pagar a última contribuição ao INSS – podendo ser prorrogado para 24 ou 36 meses, se já tiver pago mais de 120 contribuições sem interrupção que acarrete a perda da qualidade de segurado, e para o trabalhador desempregado (devidamente comprovado por registro no Ministério do Trabalho e Emprego ou SINE).

Outro fator que gera indeferimento é a insuficiência de documentação médica, laudo ou atestado médico, e a precariedade dos documentos e exames levados ao INSS que não auxiliam o perito no esclarecimento do caso. “A orientação é para que esses trabalhadores apresentem laudos e documentos comprobatórios, como exames e atestados médicos, de boa qualidade, que podem ser de médico particular, do SUS (Sistema Único de Saúde) ou de convênio, e que estes comprovem de forma inconteste a incapacidade para o trabalho, e não somente o fato de que estejam doentes”, adverte Tommasi.

Atualmente o INSS vem enfrentando uma crise profunda nas perícias médicas, tanto pela qualidade dos trabalhos quanto pela demora excessiva nos agendamentos que, na cidade de Curitiba, ultrapassam os três meses de espera. Tommasi admite que, em alguns casos, é evidente a falha do médico perito.

“A perícia médica provoca uma relação delicada entre o médico e o periciando, por incluir a necessidade de conhecimento de legislação e cumprimento de normas, portarias e orientações internas diversas que não são ensinadas no curso de Medicina. O médico perito dispõe de um tempo quase sempre insuficiente para avaliar o segurado, analisar os laudos, os exames, etc. Muitas vezes a avaliação fica comprometida”, afirma Tommasi.

O advogado orienta os segurados a evitar as seguintes atitudes: se negar a realizar as manobras do exame físico exigido na perícia; se recusar em cumprir Programa de Reabilitação Profissional; não retornar para solicitar prorrogação de seu benefício em tempo hábil; não realizar tentativa de fraudar a previdência imitando doenças; apresentar documentação médica adulterada (tentativa de fraude); não comparecer à agência do INSS quando é necessário o cumprimento de alguma diligência.

“Quando houver divergências entre a opinião do médico perito e do médico do segurado, a solução é recorrer do indeferimento através de Pedido de Reconsideração, Recurso, ou Junta de Recurso”, sugere Tommasi.

O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) realiza estudos para conceder o auxílio-doença sem a necessidade de o trabalhador passar por uma perícia médica no posto previdenciário. Por enquanto o exame continua sendo obrigatório, e nenhuma nova portaria deste Instituto surgiu regular o assunto.

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